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Para leitores, alimentação é o que mais pesa no orçamento do mês

Na sequência, transporte é o principal inimigo das contas, para 17% dos leitores que responderam enquete

Por Guilherme Correia | 12/04/2022 07:49
Alimentação tem sido principal "vilão" das contas; na foto, sacos de arroz, um dos principais alimentos do prato brasileiro, em mercado da Capital. (Foto: Henrique Kawaminami)
Alimentação tem sido principal "vilão" das contas; na foto, sacos de arroz, um dos principais alimentos do prato brasileiro, em mercado da Capital. (Foto: Henrique Kawaminami)

Alimentação é o que mais pesa no orçamento de leitores que responderam enquete do Campo Grande News - cerca de 69% votaram nesta opção. Na sequência, vem o transporte (17%), saúde (5%) e habitação (8%).

Nos comentários, o leitor Elson Sandym ressalta, no entanto, que "tudo tem pesado", muito em função do salário mínimo não ser o suficiente para arcar com os custos básicos do dia a dia.

Afinal, o salário mínimo ganho da maioria da população sobe uma vez por ano, enquanto tudo esta subindo mensalmente."

O salário mínimo ideal para atender às necessidades de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 5.997,14 em janeiro, de acordo com levantamento feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e divulgado em fevereiro.

O valor correspondia a 4,95 vezes o piso federal atual, de R$ 1.212, e considera rendimento mínimo necessário para que um trabalhador e sua família possam suprir as despesas do mês com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

A estimativa do valor ideal para janeiro tem como base os preços da cesta básica de São Paulo, com custo de R$ 713 86, a mais cara do mês entre as 17 capitais que são analisadas na pesquisa.

Inflação - De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), alimentação, luz e combustível são os campeões de gastos quando o assunto é o orçamento das famílias. Em Campo Grande, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) avançou 1,73% em março, elevando o acumulado no primeiro trimestre de 2022 para 3,44% e para 12,02% nos últimos 12 meses.

Já o índice nacional no mês passado registrou taxa de 1,62%, a maior para esse mês em 28 anos, desde o início do Plano Real, em 1994.

Enquete

O que mais tem pesado no seu orçamento?

Alimentação

69%

Transporte

17%

Saúde

5%

Habitação

8%
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