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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

25/10/2011 18:31

Encontro de craques começa logo mais, com ídolos do futebol brasileiro

Fabiano Arruda
Biro Biro e Edu estarão em campo nesta terça. (Foto: João Garrigó)Biro Biro e Edu estarão em campo nesta terça. (Foto: João Garrigó)

O tradicional evento esportivo em Mato Grosso do Sul, o Super Encontro de Craques, que faz 25 anos, começa logo mais, às 18 horas, na praça esportiva Elias Gadia, em Campo Grande, com a presença de ídolos do futebol brasileiro: Ademir da Guia, Biro Biro, Edu e Rondinelli.

O evento comemora bodas de prata e também os 54 anos do empresário Fernando Rezende.

A primeira partida preliminar começa às 18h entre o Quarto Ano Fundamental da Funlec. Às 19h acontece a segunda preliminar, entre a TV Morena e a TV Guanandi, sendo que o grande jogo acontece às 20h entre as equipes Rezende versus Cassems, presidida pelo Ricardo Ayachi.

Na partida, o time liderado por Fernando Rezende conta com os “supercraques”, além de empresários e políticos já confirmados como o prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, o deputado estadual Marquinhos Trad, deputado federal Fábio Trad e vereador Herculano Borges, entre outros.

A entrada é gratuita e haverá sorteios de brindes para os torcedores.

Histórico - Biro Biro foi uma das maiores estrelas corintianas da década de 80, uma geração que deixou para trás a angústia dos 22 anos na fila de títulos.

Chegou ao Corinthians em 1978 e logo se destacou entre os torcedores, tanto por sua cabeleira extravagante quanto por sua atuação no meio de campo. Jogador muito sério e disciplinado taticamente era o xerife do time até 1988.

Ademir da Guia é considerado o maior ídolo da história do Palmeiras. Filho do zagueiro Domingos da Guia, nasceu no dia 3 de abril de 1942, no Rio de janeiro.

Começou a carreira no Bangu e chegou ao time do Palestra Itália em 1961, ficando no clube até 1977, quando encerrou a carreira.

Sua trajetória fez ser apelidado de "Divino", adjetivo herdado do pai. A critica esportiva o considera o jogador mais injustiçado na história da seleção brasileira.

Apesar de toda a classe e maestria que jogava, disputou apenas uma partida em Copas do Mundo, a de 1974, quando Brasil já estava desclassificado. Em 2001, recebe homenagem por meio do livro "Divino: Vida e a arte de Ademir da Guia", de Kléber Mazziero de Souza.

Já Edu, o Jonas Eduardo Américo, ex-ponta-esquerda e ídolo no Santos, nasceu em paulista de Jaú-SP, mora em Santos e sua canhota ainda é lembrada como uma das melhores do mundo. Participou das Copas de 1966, na Inglaterra, 70 no México, e 74 na Alemanha.

E Antônio José Rondinelli Tobias, o Rondinelli, nasceu em 26 de abril de 1954, em São José do Rio Pardo (SP). O zagueiro jogou no Flamengo de 1974 a 1981 e ganhou apelido de "Deus da Raça".

Pelo Flamengo foram 396 jogos. Ele chegou a jogar no Corinthians em 1981, mas fez apenas 12 partidas pelo alvinegro.



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