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21/10/2014 06:00

Acirrada, campanha tem guerra do cavalete no segundo turno

Edivaldo Bitencourt

Guerra do cavalete – Na reta final da eleição, os candidatos travam a guerra do cavalete em Campo Grande. A disputa não está restrita a quem mais coloca os materiais de campanha em canteiros de avenidas e calçadas na Capital. Eles também estão recolhendo o material um do outro.

Guerra do cavalete 2 – Na semana passada, tucanos flagraram um motorista, que seria da campanha de Delcídio do Amaral (PT), recolhendo cavaletes. No sábado, petistas flagraram cavaletes supostamente destruídos por agentes da campanha de Reinaldo Azambuja (PSDB).

Estrelar – A campanha no Estado chega à última semana com reforço de estrelas. O primeiro a desembarcar é o senador Aécio Neves (PSDB). Ele chega na situação de empate técnica com Dilma Rousseff (PT) e com chances reais de subir a rampa do Planalto no próximo. Aécio reforça, pela terceira vez, a campanha de Reinaldo.

Estrelar 2 – O segundo “astro” de peso será o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ele chega à Capital na quarta-feira e deverá participar de ato no Bairro Nova Lima, na saída para Cuiabá. Lula vem ao Estado pela terceira vez para ajudar Delcídio.

Prefeitura - Se vingar o projeto de ser candidato a prefeito de Campo Grande em 2016, o deputado estadual Marquinhos Trad deve trocar o PMDB pela Rede. Esta é a única troca permitida pela legislação, já que a Rede, da ex-ministra Marina Silva, deve ser criado em 2015.

Salvação – Pela lei eleitoral, o detentor de mandato eletivo só pode trocar de partido sem perder o cargo se o partido for novo. É a famosa janela, que permite troca. Neste caso, a Rede poderá receber deputados, vereadores e prefeitos descontentes com as siglas atuais.

Reforço – Um esquema especial de segurança isolou o prefeito Gilmar Olarte (PP) e os vereadores, ontem de manhã, para discutir o reajuste do IPTU. Nem mesmo os assessores tiveram autorização para acompanhar a reunião, que discutiu o reajuste “ideal” de 32% no tributo.

Volta – O presidenciável Pastor Everaldo (PSC) veio à Capital com uma missão especial. Ele pretende resgatar Gilmar Olarte, que já fez parte da sigla. Durante o encontro, Everaldo comparou o prefeito ao “filho pródigo”, citado em uma parábola de Jesus na bíblia.

Depende – O prefeito admitiu que pode trocar o PP pelo PSC. No entanto, ele pretende aguardar a decisão nacional do PP, que lhe prometeu arrancar a sigla das mãos do ex-prefeito e desafeto Alcides Bernal após as eleições.

Lotado – Olarte, aliás, teve uma agenda intensa de reuniões ontem de manhã. Ele recebeu vereadores, pastor Everaldo, representantes do Poder Judiciário e da Segurança Pública. Um dos pontos discutidos foi a criação do “botão do pânico”, para ajudar as mulheres vítimas de violência.

(colaboraram Kleber Clajus e Aline dos Santos)

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