“Católico não vota em comunista”, diz padre aos fiéis
Em comunista não – Fazendo a linha conselheiro, o padre Alisson Muryel dos Reis, pároco da Paróquia Maria Medianeira das Graças, em Campo Grande, resolveu dar pitaco em como os fiéis devem votar. Respondendo a pergunta no Instagram, sem rodeios ele escreveu: “católico não vota em comunista”.
Escolha nominal – O religioso afirma ainda que o eleitor deve ir em busca do candidato “menos pior” e foi além da recomendação genérica: “No caso da presidência, o menos pior é o Flávio”. Alisson também afirmou que o escolhido deve ser católico ou, pelo menos, fazer algo que, na avaliação dele, represente uma opção melhor. O padre apresenta o podcast “Café com o Padre” e tem perfil que reúne 11 mil seguidores.
Haja milhas – Com a cidade praticamente sem luz depois do temporal de quinta-feira, a Energisa diz que quadruplicou o número de equipes em Campo Grande, buscando reforços em Minas Gerais, Tocantins, Paraíba, Sergipe, Acre e Rondônia. A curiosidade que muito consumidor levantou foi o custo disso e o tempo que o socorro demorou para chegar.
Horas depois - Como de carro seriam necessárias, pelo menos 17 horas, a solução viável é avião. Numa compra de última hora, a passagem mais em conta de ida e volta nos estados citados pela Energisa é para Belo Horizonte, ao custo de cerca de R$ 3,4 mil por cabeça. E distância é outro problema: mesmo tomando o ponto mais próximo da lista como referência, são cerca de cinco horas de viagem, contando com a conexão.
Nome garantido – As prefeituras de Amambai e Coronel Sapucaia editaram decretos para garantir o uso do nome social por pessoas trans e travestis em repartições e serviços municipais. A medida atende recomendação do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e vale para servidores e cidadãos. O nome social poderá constar em crachás, listas de presença, documentos escolares, prontuários de saúde, correspondências e sistemas, sem exigência de laudo médico, parecer psicológico ou comprovação de cirurgia.
Imprestável - Um psicólogo em estágio probatório no TJMS foi advertido pelo Conselho da Magistratura após classificar como “imprestável" um relatório elaborado por uma assistente social, sua colega de Tribunal, em ação de guarda na Comarca de Paranaíba. Conforme apurado pelo Campo Grande News, o atrito teria começado quando a assistente social recomendou a guarda da criança a uma das partes após supostamente ouvir apenas um lado da disputa.
Conta maior – Um ano após a ampliação da fiscalização eletrônica em Campo Grande, também cresceu o valor do contrato da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) com o Consórcio CG Segura. Com reajuste de 5,68%, o custo passou de R$ 47,99 milhões para R$ 50,72 milhões, aumento de R$ 2,73 milhões. O apostilamento foi assinado em 9 de setembro.
Mais um ano – O Governo de Mato Grosso do Sul renovou por mais 12 meses o contrato de R$ 3,57 milhões com a B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão. O acordo, mantido pela EPE, prevê serviços de assessoria e consultoria e poderá receber reajuste anual. A B3 participa da estruturação de projetos de concessão do Estado, entre eles o Morenão. O novo prazo começou em 4 de setembro e segue até 2027.
Cursos técnicos - O Conselho Estadual de Educação autorizou seis novos cursos técnicos em duas escolas de Campo Grande e uma de Corumbá. Esse é um filão em franca expansão no Estado, com uma série de outras autorizações publicadas no começo do ano. O Governo do Estado definiu aplicar recursos nesse setor com a folga que ganhou no orçamento ao aderir ao Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados).
Plano educacional - Recentemente, o Governo do Estado apresentou aos deputados estaduais o plano educacional para oferta de cursos a jovens do ensino médio em atenção ao compromisso com o Propag. Neste ano, serão destinados R$ 61,9 milhões para estruturar os serviços para aulas on line, que começarão no ano que vem. Além disso, a Secretaria de Educação firmou no primeiro semestre sete contratos que somam R$ 245,9 milhões.


