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15/09/2016 06:00

Corrida à prefeitura pode ter mais uma baixa na Capital

Waldemar Gonçalves

Dúvida de Pedrossian – O candidato Pedro Pedrossian Filho (PMB) pode ser o próximo a sair da disputa eleitoral em Campo Grande – o primeiro a desistir foi Luiz Pedro Guimarães (PROS). Está prevista reunião do candidato com a direção nacional do partido, nos próximos dias, que pode sacramentar sua saída ou então entendimento definitivo pela permanência. Ele, inclusive, sequer participou do debate na ACP, o primeiro da atual campanha.

Lula do bem – Uma das únicas lideranças petistas a se manifestar ontem sobre a denúncia da Lava Jato contra Lula, ontem, foi o deputado federal José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. No Facebook, reproduziu imagem feita com o mesmo layout de conteúdo mostrado durante a apresentação dos procuradores em Curitiba, relacionando o ex-presidente não a crimes, como a versão original, mas a uma série de projetos ou situações registradas durante o tempo que esteve no comando da República.

Brasil com Lula – Na postagem, o nome Lula aparece ao centro. Ao redor, estão inscrições como Mais Médicos, Prouni, Bolsa Família, Fome Zero, Nova Classe C, Brasil no G20 e por aí vai. Para o MPF (Ministério Público Federal), por outro lado, o líder petista era o “comandante máximo” de um esquema que os investigadores classificam como “propinocracia”.

Sem máfia – Candidato do partido à Prefeitura de Campo Grande, o vereador Alex do PT não se manifestou publicamente sobre os problemas de Lula com a Lava Jato. Até o começo da noite de ontem, a última postagem em seu Facebook estava focada na campanha: prometia “acabar com a máfia do tapa-buraco”.

Ilusionismo – No próprio perfil de Lula na rede social, no entanto, foram várias manifestações. Uma delas classificava a denúncia do MPF como “truque de ilusionismo”, falando que a coletiva onde as informações foram apresentadas foi “um espetáculo deplorável”.

Mais ágil – Para o presidente do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), desembargador João Maria Lós, a Operação Coffee Break, agora na primeira instância jurídica devido à renúncia de Gilmar Olarte, tramitará de forma mais ágil. Isto porque haveria maior estrutura para audiências, por exemplo, do que na instância superior, onde o processo estava até então.

Focados – Depois de intenso debate político sobre o impeachment de Dilma Rousseff (PT), além das manifestações contra Michel Temer (PMDB), o clima na Assembleia Legislativa está mais ameno. Os deputados se mostram focados na apresentação e votação de projetos.

No trecho – Afinal, com sessões mais curtas e objetivas, sobra tempo maior para campanha eleitoral. Se o parlamentar não é candidato, participa da eleição viajando pelo interior em atos de apoio a candidaturas de seus partidos.

Guerreiro – Depois de Renato Câmara (PMDB), Ângelo Guerreiro (PSDB) deve ser o segundo deputado estadual a pedir licença na Assembleia Legislativa para se dedicar à campanha eleitoral. Afinal, tem a responsabilidade de representar o partido do governo na disputa pela Prefeitura de Três Lagoas, uma das principais de Mato Grosso do Sul.

Na caminhada – O tucano já tinha adiantado, no começo do mês, que iria priorizar a reta final de campanha. Fora da casa de leis temporariamente, diz que pretende fazer reuniões e caminhadas nos bairros de sua cidade diariamente.

(com Leonardo Rocha)

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