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Deputado propõe vaquinha com direito à placa em hospital

Por Ângela Kempfer | 30/04/2026 06:00

Vaquinha gorda - O deputado estadual Lídio Lopes (Avante) resolveu testar o espírito coletivo da Assembleia Legislativa. Apresentou a ideia de cada um dos 24 deputados destinar R$ 50 mil em emendas parlamentares para financiar a construção de uma ala no sexto andar do Hospital de Câncer de Campo Grande. O marido da prefeita Adriane Lopes apelou para a sensibilidade da Casa, para angariar R$ 1,2 milhão.

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Licitação de R$ 3,8 milhões para merenda escolar em Camapuã teve falhas apontadas pelo TCE-MS, como ausência de documentos, falhas no planejamento e falta de transparência, mas o processo foi arquivado sem punições. Como o contrato já estava homologado, o tribunal reconheceu a perda de objeto e se limitou a recomendar melhorias em futuras contratações.

Nomes na placa - E o deputado já pensa no que vai render para quem entrar na vaquinha. Além de ajudar, ele também quer deixar assinatura coletiva no prédio: “com uma placa da Alems, com os nomes dos 24 deputados estaduais”, afirmou.  Famílias ligadas ao agronegócio já bancaram a reforma de um andar inteiro e o Sicredi fez o mesmo em outro no hospital.

Terceirização - Lídio também saiu em defesa da esposa em relação à terceirização de duas unidades de saúde na Capital. Durante a fala, o parlamentar afirmou que a medida já apresentou resultados positivos em Santa Catarina e que as críticas são feitas sem conhecimento do modelo proposto. “Os resultados disso são fantásticos, e é óbvio que isso a gente só consegue acompanhar quando as coisas acontecem”, disse.

Demanda – O parlamentar também elogiou a posição do governador Eduardo Riedel (PP) favorável à terceirização. Lídio afirmou que Campo Grande está bancando a saúde do Estado, e citou o número de cartões do SUS. “Hoje Campo Grande tem aproximadamente 900 mil habitantes, tem gente que fala que é até 1 milhão, e nós temos 1 milhão e 600 mil de cartões SUS emitidos. Ou seja, a população do Estado é atendida em Campo Grande”, afirmou.

Se tiver, eu quero - As gigantes da carne já correram para a porta do cofre e pediram acesso às linhas de crédito do Plano Brasil Soberano, alegando prejuízos com a tensão entre Estados Unidos e Irã, que afeta exportações. Em Mato Grosso do Sul, porém, o discurso não parece tão alinhado. Questionado, o vice-presidente do Sincadems (Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de MS), Sérgio Capucci,  disse não saber dessa movimentação. Mas se o assunto é ajudinha em dinheiro, a disposição é sempre positiva. “Todo apoio financeiro é importante”.

Deputado propõe vaquinha com direito à placa em hospital
Deputado federal Geraldo Resende com camiseta do projeto

Em campanha - O deputado federal Geraldo Resende, do União Brasil, foi indicado pelo partido para integrar a comissão especial da Câmara que analisa a PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6x1 e já posou para foto mostrando camiseta com lema da campanha pela mudança, ao lado dos colegas. Com posição definida, ele declarou voto favorável à mudança para o modelo 5x2, com dois dias de descanso semanal.

Zicada - A licitação de R$ 3.884.203,08 para compra de merenda escolar em Camapuã apresentou falhas, segundo análise do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE/MS), mas terminou sem punição prática. Entre os problemas identificados estão a ausência de documentos obrigatórios, falhas no planejamento e falta de transparência. Também foram apontadas inconsistências na definição dos quantitativos e no cumprimento de regras para destinação de recursos à agricultura familiar.

Tarde demais - Apesar das irregularidades, o tribunal não determinou suspensão nem aplicou sanções. Como a licitação já estava homologada, o entendimento foi de “perda de objeto”, ou seja, não havia mais como interferir no contrato. Na prática, o TCE se limitou a recomendar que a prefeitura corrija os erros em futuras contratações, com melhorias na documentação, no planejamento e na transparência.

Tiros e música - Entre as publicações de processos de rotina da Vara da Infância de Campo Grande, como vaga em escola e creche e adoção, algumas decisões chamaram atenção nos últimos dias. Familiares foram à Justiça e conseguiram autorizações para menores de idade frequentarem aulas de tiro desportivo, desde que acompanhados de responsáveis e em estabelecimentos oficias. Outros foram à Justiça em busca de autorização para acesso a eventos mais leves: o show do Guns N' Roses e a gravação do CD do Cê Tá Doido.

Pela hora da morte - Até mesmo serviços ligados a sepultamento entraram na conta do endividamento. O Cemitério Parque das Palmeiras solicitou ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) a inclusão de uma pauta de conciliação com clientes inadimplentes, numa tentativa de evitar a judicialização prolongada das cobranças. A medida foi publicada no Diário da Justiça e prevê a realização de audiências para negociação direta das dívidas, com possibilidade de acordos antes que os casos avancem para processos mais longos.

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