Flávio substitui marqueteiro conhecido em MS
Conhecido em MS - A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência trocou, pela segunda vez em menos de três meses, o comando da comunicação. O escolhido para assumir a função é o publicitário Duda Lima, que substitui Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer. O nome de Alexandre Oltramari é conhecido em Mato Grosso do Sul. O marqueteiro atuou nas campanhas de Nelsinho Trad ao Governo do Estado e de Simone Tebet ao Senado, em 2014, e voltou ao Estado no segundo turno das eleições de 2022 para integrar a equipe de Renan Contar.
Calado - O deputado federal Rodolfo Nogueira terá de pagar multa de R$ 5 mil por um outdoor instalado em Itaporã contra o PT. A peça também mostrava o parlamentar ao lado de Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro. Para a Justiça Eleitoral, não se tratava apenas de opinião política, mas de propaganda eleitoral antecipada negativa veiculada por meio proibido. A defesa alegou liberdade de expressão e ausência de pedido de voto, mas o argumento não foi aceito.
Aplauso caro - Um discurso feito em 13 de novembro de 2025, durante evento do PT em Naviraí, rendeu multa de R$ 5 mil ao então superintendente do Patrimônio da União em Mato Grosso do Sul, Tiago Botelho, e outros R$ 5 mil à deputada federal Camila Jara. Ele pediu votos para Lula e Vander Loubet, e Camila aplaudiu a fala. Para a Justiça Eleitoral, os gestos demonstraram concordância com a propaganda antecipada. A defesa alegou que o encontro era interno, mas a juíza concluiu que o evento ocorreu em local público.
Crítica liberada - O deputado federal Marcos Pollon tentou retirar do ar três vídeos publicados por jornalista sob a alegação de que o conteúdo era ofensivo e prejudicava sua futura candidatura ao Senado. O TRE, porém, nem chegou a discutir se as publicações configuravam propaganda eleitoral irregular. A ação foi extinta porque, quando a representação foi protocolada, Pollon ainda era apenas pré-candidato e, segundo a legislação, essa condição não lhe dava legitimidade para ajuizar esse tipo de processo.
Figura pública - Mesmo assim, o desembargador foi além. Ao analisar o pedido de liminar, afirmou que os vídeos tratavam de fatos amplamente divulgados pela imprensa ou de opiniões jornalísticas protegidas pela liberdade de expressão. Também registrou que, por exercer mandato de deputado federal, Pollon “torna-se figura pública e, como tal, precisa aprender a aceitar tanto os elogios quanto as críticas inerentes à atuação parlamentar”. A decisão ainda cabe recurso.


