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Faixa na Afonso Pena confunde autor de frase famosa

Por Marta Ferreira e Ângela Kemper | 11/05/2021 06:00
Nas letras pequenas, está o erro, ao atribuir "O Pequeno Principe" ao filósofo Maquiavel. (Foto: Direto das Ruas)
Nas letras pequenas, está o erro, ao atribuir "O Pequeno Principe" ao filósofo Maquiavel. (Foto: Direto das Ruas)

Errou feio - Alguém quis bancar o intelectual e fez feio em faixa instalada na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Em frente à prefeitura, quem passa lê os dizeres “O homem esquece mais facilmente a morte de um pai, do que a perda de dinheiro”. Nas letras miúdas, o erro é de fazer rir.

Alhos por bugalhos - O responsável pela faixa fez uma salada e misturou “O Príncipe”, do filósofo Maquiavel, com o “Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry. A frase citada é do filósofo e não do ilustrador e aviador francês.

Pronto – Pouco mais de um ano depois de ser descoberta a primeira vítima do serial killer Cleber de Souza Carvalho, em 7 de maio do ano passado, o processo sobre o assassinato do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 62 anos, voltou  nesta segunda-feira (10) às mãos do juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Agora, o magistrado pode marcar a data do julgamento,

Trâmite – A continuidade da ação dependia da volta dos autos desde quando foi julgado o recurso da defesa contra a sentença que mandou Cleber a júri. Isso aconteceu em 15 de abril, quando os desembargadores negaram o pedido dos advogados.

Opção – A defesa do “Pedreiro Assassino” já decidiu que não vai tentar derrubar o júri. A estratégia é tentar amenizar a condenação no plenário, por meio do convencimento dos jurados de que o réu teve motivos para cometer o ato extremo.

Pode – A júiza Eucélia Moreira Cassal, que está atuando como substituta do titular da 1ª Vara Criminal, autorizou o compartilhamento de provas de ação derivada da primeira fase da operação Omertà para basear a denúncia em outros processos contra investigados pela força-tarefa. A decisão atende a pedido do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado), responsável pela acusação contra uma centena de pessoas apontadas como integrantes de duas milícias armadas, atuantes em Campo Grande e Ponta Porã.

Quantas? - São oito ações em que os elementos probatórios, entre eles interceptações telefônicas, poderão ser aproveitados. O empréstimo das provas vale, também, para outros procedimentos, “dos demais órgãos do Ministério Público (GACEP, Promotorias de Justiça, entre outros) e da Polícia Civil/Federal, a depender da matéria e dos envolvidos”. define a magistrada.

Negativa – Réu na operação, o policial civil Elvis Elir Camargo, apresentou pedido à Justiça para retirar a tornozeleira eletrônica, alegando como motivo a internação em UTI por consequência da covid-19. A resposta do juiz Roberto Ferreira Filho foi contrária.

 Se o médico pedir – A defesa alegava que faltavam menos de um mês para vencer o prazo de 180 dias do monitoramento eletrônico. O magistrado, porém, disse não ver motivos para retirar o equipamento, a não ser uma ordem médica.

Sem prazo - Por falar em estado de saúde, ainda não foi concluída a atualização de exames médicos de Fahd Jamil, 79 anos, também réu na Omertá. Preso desde o dia 19 de abril, ele aguarda decisão sobre pedido de liberdade provisória, que só vai ser tomado quando o laudo do perito ficar pronto e esse laudo está condicionado à documentação médica em renovação.

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