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Campo Grande, Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018


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24/11/2018 07:00

Fim de ano de Marun será em novo lado do "balcão" no DF

Marta Ferreira

Quem diria – O fim de 2018 será mais um em que o ministro Carlos Marun, chefe da Casa Civil em Brasília, não poderá curtir um descanso e aproveitar as festas com a família. Ele ontem que ficará em Brasília para tratar da liberação de sobras orçamentárias a prefeitos –a chamada “raspa do tacho”–, algo que, enquanto deputado, vereador e secretário, sempre fez, mas atrás de dinheiro. “Nunca pensei que estaria atrás do balcão, recebendo os ‘xarope do Marun’ entre o Natal e o Ano Novo”, brincou.

Pé quente – Presidente do Hospital de Câncer Alfredo Abrão, Aldoir Teló, mais conhecido por muitos como pai do cantor Michel Teló, revelou proximidade com o ministro Marun. Na tarde de ontem, lembrou da época do “grupo político da gauchada”.

Será – Aldoir lembrou que na primeira eleição disputada pelo hoje ministro, para a Câmara Municipal, chegou a questionou o amigo sobre as condições que Marun tinha para concorrer ao cargo. A resposta foi um “ok” da parte do então candidato, que acabou se elegendo.

Pé frio – Marun, por sua vez, revelou que um dos méritos de Aldoir foi não ter lhe dado ouvidos quando o presidente do HC incentivou o filho artista, a deixar o Grupo Tradição e seguir carreira solo. “Disse na época que estavam loucos, que não era possível fazer uma loucura dessas”, afirmou o ministro.

Queimou a língua – “Não poderia estar mais errado”, comentou Marun, citando a carreira internacional de Teló. Vale lembrar que o paranaense radicado em Mato Grosso do Sul ainda é lembrado pelo sucesso estrondoso da música “Ai se eu te pego”.

Audiência – Tocada em lugares impensáveis, por exemplo entre militares de Israel, a música que fez Michel estourar ainda hoje apresenta números impressionantes. O vídeo oficial acumula mais de 800 milhões de visualizações.

Agora não - Cotado pela segunda vez para assumir a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), o deputado eleito Carlos Alberto David (PSL) voltou a rejeitar a ideia nesta semana. Disse que seu foco é cumprir seu mandato na Assembleia a partir do ano que vem.

Respeito ao eleitor – David ponderou que foi bem votado para exercer a função legislativa. Ele foi o segundo mais votado do legislativo estadual, atrás de outro colega de partido, Renan Contar.

Capital de voto – Juntos, os dois deputados do partido do presidente eleito Jair Bolsonaro tiveram mais de 120 mil votos. Chegam para assumir os cargos em uma bancada pequena, mas cacifada pelo apoio popular.

Arco - Um dos trunfos dos tucanos para ficar com a presidência da Assembleia Le o fato que eles conseguiram eleger na sua coligacao 16 deputados de diferentes partidos, o que seria numero suficiente para ter maioria no legislativo.

(Com Leonardo Rocha e Humberto Marques)

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