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17/07/2014 06:00

Funcionário compra papel higiênico na Prefeitura

Edivaldo Bitencourt

Sem papel - A falta de dinheiro voltou a comprometer as compras do município. Funcionários do Paço Municipal, onde fica o gabinete do prefeito Gilmar Olarte (PP), estão sendo obrigados a comprar papel higiênico para abastecer os banheiros do local. Um número significativo de servidores está revoltado com o constrangimento.

Exemplo do Bernal – A situação repete um pouco o espírito do antecessor, Alcides Bernal (PP). No entanto, a falta de sabonete e papel higiênico atingiu, principalmente, os centros de educação infantil e escola na época.

Novo – Mato Grosso do Sul passará a ter novo governador a partir de segunda-feira. Com a viagem de André Puccinelli aos Estados Unidos e com a vice-governadora, Simone Tebet, proibida de assumir por causa da candidatura ao Senado, Jerson Domingos (PMDB) assume o posto por 15 dias.

Morna – A campanha eleitoral ainda não esquentou a economia em Mato Grosso do Sul. A maior parte dos candidatos ainda nem formou a equipe de comunicação e de cabos eleitorais. Ao contrário de outros anos, quando as contratações começam em março, neste ano, os candidatos só devem começar a desembolsar, de fato, a partir do próximo mês.

Menos dinheiro – Alguns especialistas e candidatos avaliam que a campanha deste ano pode ficar mais barata do que o previsto. Até os comitês só vão ser inaugurados na próxima semana, quase 20 dias após o início oficial da propaganda eleitoral.

Outro problema – Também há candidato reclamando da dificuldade em encontrar imóvel para alugar apenas por três meses. Imobiliárias só tem aceitado fazer negócio com candidato se o contrato for firmado por um ano.

Mau exemplo – Os vereadores de Campo Grande já estão em ritmo de eleição. Ontem, com vários projetos importantes na pauta, a maior parte não compareceu à sessão e nenhum foi votado por falta de quórum.

Desenvolvimento e social – A Cidade do Ônibus, que prevê investimento de R$ 75 milhões, é um dos projetos que precisam ser aprovados pelos vereadores. Três entidades, que prestam assistência aos mais pobres, também podem fechar as portas se a Câmara não autorizar a suplementação de recursos por parte da Prefeitura.

Sem procuração – O representante da Globaltsak, que deve vencer a licitação para instalar câmeras de vigilância no Centro, não assinou a ata da abertura das propostas. Apesar de ser presidente da companhia, Demétrio Elias Eleftherion, não assinou a ata porque não tinha a procuração para representar a empresa no dia.

Legal – O procurador geral do Município, Fábio Castro Leandro, informou que não há irregularidade na ausência de representante da empresa na ata de conclusão do certame. O mais importante, segundo ele, é que a empresa tenha enviado a proposta e atendido os requisitos do edital.

(colaboraram Aline dos Santos, Lidiane Kober, Kleber Claujus e Ludyney Moura)

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