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Gandi Jamil, ex-deputado de MS, recupera-se da covid em SP

Por Marta Ferreira e Gabriela Couto | 17/03/2021 06:00
Gandi Jamil em foto de quando era parlamentar por Mato Grosso do Sul. (Foto: Reprodução da internet)
Gandi Jamil em foto de quando era parlamentar por Mato Grosso do Sul. (Foto: Reprodução da internet)

Em SP – Infectado pela covid-19, o ex-deputado federal e estadual de Mato Grosso do Sul Gandi Jamil está internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Chegou a ficar intubado, mas a família, em Ponta Porã, recebeu nesta terça-feira a notícia de recuperação a ponto de retirar o auxílio artificial aos pulmões. Não há previsão de alta.

Aniversário –  Gandi chegou a disputar a eleição para o governo do Estado em 1990 pelo PDT, quando foi derrotado por Pedro Pedrossian, do PDT. Ele completou 65 anos no dia 3 de março, já atingido pelo novo coronavírus.

Memória – Irmão do empresário Fahd Jamil, 79 anos, que está com ordem de prisão decretada desde junho do ano passado pela operação Omertà, e é considerado foragido, Gandi Jamil foi alvo de investigação gigante da Polícia Federal em 2007, a Xeque-Mate, contra a exploração de jogos de azar. No meio daquele ano teve prisão decretada, ficou   como fugitivo por duas semanas, mas conseguiu derrubar a decisão.

De atestado – Positivo para covid-19, o deputado estadual Gerson Claro (PP) compareceu virtualmente na sessão desta terça-feira (16) na Assembleia para garantir a votação do projeto de sua autoria modificando as regras de rateio do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). A proposta beneficia com mais recursos municípios que investirem na qualidade da educação. O texto foi aprovado em primeira discussão.

Recomendações – Gerson apresentou fala ofegante e foi reconfortado pelos colegas que torceram por sua melhora. Ele está fazendo fisioterapia pulmonar e com recomendação de repouso. “Essa doença é traiçoeira”, definiu.

Fantasma – Lucas de Lima (Solidariedade) ficou em saia justa durante a sessão. O presidente da Mesa Diretora, Paulo Corrêa (PSDB) questionou por que o colega fica aparecendo e desaparecendo da transmissão virtual. “O senhor está no Brasil ou no Exterior? Está tudo preto aí atrás”, perguntou o parlamentar. .

No estúdio – Lima disse ter optado por deixar a tela preta como configuração da ferramenta do aplicativo utilizado pela Assembleia para transmitir a sessão. Na verdade, o parlamentar participa dos trabalhos no Legislativo do local onde apresenta o programa de rádio que comanda há muitos anos.

Obituário - A coluna já registrou o impacto das mortes por covid-19 em relação às  moções de pesar da Assembleia Legislativa. Nas últimas semanas os números de documentos deste tipo feito pelos deputados aumentaram significativamente. Mas a rapidez com que a doença tem se mostrado desatualiza inclusive as proposições votadas na ordem do dia. Alguns parlamentares acabam lendo moções que ainda não foram oficializadas.

Deadline – A partir de agora, então, a Mesa Diretora estabeleceu o prazo máximo para protocolar documentos na Assembleia para às 16h. Quem registrar  após o horário ficará de fora da votação para a sessão seguinte.

Exceção – O regimento interno não permite inserir votos de parlamentares ausentes no momento da votação após encerrada a realização de contagem. Em razão disso, o deputado estadual Felipe Orro (PSDB) acabou ficando com o registro apenas na ata para confirmar a intenção de apoiar o projeto do colega José Carlos Barbosa (DEM) dando o nome do pai dele, ex-deputado Roberto Orro, à rodovia MS-352.

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