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27/10/2018 07:00

Marun diz que vai tirar "férias" após 22 anos

Marta Ferreira

Férias – O ministro-chefe da Casa Civil de Michel Temer, Carlos Marun, disse ontem que, quando acabar o governo, vai ficar em “off”. Ele está no Ministério desde dezembro de 2016, quando substiu Antonio Imbassahy.

Preciso – O político comentou que depois de 22 anos de atuação, sem parar, quer tirar esse tempo. Ele abdicou da candidatura à reeleição para ficar no governo Temer e, a partir de 31 de janeiro de 2019, agora está sem mandato com a posse dos novos deputados federais.

Balanço – Ao comentar sobre as “férias” que pretende tirar, Marun rememorou sua carreira política, iniciada como secretário em Campo Grande, na administração de André Puccinelli em Campo Grande. Disse que, embora seja um político “duro”, não fez inimigos.

Exemplo – Para demonstrar isso, comentou que sempre teve boa relação com o hoje deputado federal Zeca do PT, apesar das divergências partidárias que sempre existiram entre os dois.

Prioridades – O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) já tem planos para o pós-eleição. Diz que vai reunir a equipe para definir que demandas serão apresentadas ao próximo governo.

Proatividade - Depois de levantadas essas demandas, segundo o prefeito, a intenção é agir rápido. Ele já quer iniciar os contatos com a equipe do próximo presidente assim que for possível

Caça ao voto – A eleição para eles já acabou, mas os deputados estaduais estão nas bases tentando convencer o eleitor a votar no candidato que cada um escolheu para o governo. O foco são as regiões onde receberam mais votos, para que o convencimento faça efeito.

Bolsão - Eduardo Rocha por exemplo tenta reverter a situação e fazer com que seu candidato, Reinaldo Azambuja (PSDB), possa fazer mais votos que Odilon de Oliveira em Três Lagoas. Na cidade, na cidade, o pedetista recebeu 23 mil votos no primeiro turno e o tucano 10 mil.

Diferença – Como Reinaldo tem destacado em sua campanha, são 320 mil votos a serem disputados. Esse é o número de eleitores que não votou nem no juiz aposentado nem no atual governador no primeiro turno.

Adesivados – Acampamento de sem-terras na MS-010, entre Campo Grande e Rochedinho, tinham barracos devidamente decorados com vários adesivos de Odilon de Oliveira (PDT) na tarde desta sexta-feira (26). Diferente da defesa do pedetista, porém, os materiais não faziam menção a Jair Bolsonaro (PSL), presidenciável ao qual Odilon declarou apoio e se diz veementemente contra invasões de terra.

(Com Leonardo Rocha e Humberto Marques)

 

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