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Campo Grande, Terça-feira, 20 de Agosto de 2019


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01/08/2019 06:00

MPMS usa 7 páginas para dizer que não vai falar

Ângela Kempfer e Marta Ferreira
Debate do MPE é sobre carga horária de servidores do Estado.Debate do MPE é sobre carga horária de servidores do Estado.

Ainda não - Há dois processos no Tribunal de Justiça envolvendo a mudança no expediente de 16 mil servidores do governo de Mato Grosso do Sul, implantada há exatos 30 dias. No primeiro deles, em que se 7 sindicatos chegaram a conseguir liminar barrando a carga de 8 horas, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) ainda não emitiu seu parecer, apesar de ter protocolado manifestação de 7 páginas.

Motivo - No texto, assinado pelo procurador Humberto de Mattos Brites, a alegação é de que não há prova de que o governo foi intimado e por isso não seria feita a manifestação. No outro processo, em que a Procuradoria-Geral do Estado conseguiu derrubar a decisão favorável aos sindicatos, que também recorreram, Estado e sindicatos já se manifestaram, e agora falta a definição sobre o pedido para suspender a decisão favorável ao governo. Não há prazo para isso ocorrer.  

Quem decora? - Durante a solenidade de entrega da identidade funcional e de armamento a 97 guardas civis municipais, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) abriu o discurso com trecho do hino da instituição: “Salva guarda valorosa”.

Mais que armas – Com a volta da Câmara Municipal ao trabalho, o efetivo pode ganhar mais de munição. Os vereadores começam as discussões do projeto sobre o plano de Cargos e Carreiras, enviado pelo Executivo. Nas contas do prefeito, o projeto poderia render bem mais se tivesse sido apresentado há anos.

Ricos–Marquinhos lembrou que a Guarda Civil Municipal sempre cobrou um incentivo de crescimento dentro da instituição. “Razão porque nós entendemos como correto e justo o crescimento dentro da instituição. Se isso estivesse sido feito há 10 anos eles estariam recebendo em torno de 14 mil hoje”, aponta.

Faça seu nome - Marquinhos ainda defendeu o grupo, dizendo que essa história de que a Guarda Municipal só cuida de prédio é balela. Para o prefeito, a perda do título de polícia não interferiu na atribuição dos agentes, que atuam defendendo a população. “O nome pouco importa. Eu disse quem faz o nome é a pessoa”.

Milícia da guarda - O caso de milícia formado por guardas municipais deve chegar ao fim rápido. É o que apontou o secretário municipal de Segurança Pública, Valério Azambuja. “Sobre esses três servidores, até agosto a solução final será encaminhada para o gabinete do prefeito”, reforçou Porém o secretário não adiantou qual será a solução para a situação.

Exonerações - Valério ainda apontou que além dos três guardas municipais investigados por formação de milícia, pelo menos mais cinco agentes são investigados por problemas disciplinares. “São outros processos de menor gravidade que a Corregedoria está finalizando. Esses casos estão no gabinete do prefeito para assinar o decreto de exoneração nos próximos dias serão exonerados”, explicou.

Amém – Na mesma solenidade, o prefeito garantiu que todos os dias ora pelos servidores municipais. “Todas as vezes que eu chego no meu gabinete, antes de iniciar meu dia, eu dedico minutos de orações a muitos de vocês, a todos os funcionários públicos. E eu tenho certeza absoluta que muitas delas chegam, ainda que vocês não escutem e duvidem”.

Cresceu – Em 2018, a Prefeitura de Campo Grande realizou o primeiro feirão de imóveis e atraiu sete empresas do ramo. Neste ano, fará nova edição, com mais do que o dobro de estandes. Serão 17 empresas.

 

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