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09/07/2016 07:00

PF dá tratamento diferenciado a empresário preso

Waldemar Gonçalves
Giroto e Scrocchio foram apertadinhos no porta-malas da viatura da PF (Foto: Marco Miatelo / Diário Digital)Giroto e Scrocchio foram apertadinhos no porta-malas da viatura da PF (Foto: Marco Miatelo / Diário Digital)
Já João Amorim foi transportado no banco de trás do carro dos federais (Foto: Amanda Bogo)Já João Amorim foi transportado no banco de trás do carro dos federais (Foto: Amanda Bogo)

Privilégio? – Um detalhe chamou a atenção na recente chegada de figurões presos pela Polícia Federal ao complexo penitenciário de campo Grande: o tratamento diferenciado dado a um deles. Edson Giroto e seu cunhado, Flávio Scrocchio, chegaram ao Centro de Triagem na quinta-feira (7) dentro do porta-malas da viatura dos federais. Ontem à tarde, o empreiteiro João Amorim desembarcou pelo banco de trás. A PF não explicou o suposto ‘privilégio’ ao empresário.

Festa na cela 17 – João Amorim engrossou um time de detentos que tem político, engenheiro, empresário e procurador no mesmo espaço, já conhecido como "a cela 17". Cômica analogia à famosa música "Suíte 14". O local é simples e contrasta com a vida de luxo de seus integrantes. Gente que já comprou muita joia na vida e que hoje pode estar sonhando apenas com uma tornozeleira eletrônica.

Colchãozinho – Mas, Amorim nem chegou a esquentar o colchãozinho levado por seu advogado até a cela 17. Mais do que a 'joia' da liberdade, conseguiu habeas corpus para deixar a prisão – o que poderia ocorrer a qualquer momento, até o fechamento desta coluna. A decisão, inclusive, deve se estender aos outros dois citados colegas de cela.

Corte geral – Esta semana, assessores que prestam serviços à Petrobras foram desligados em vários estados. Em Mato Grosso do Sul, a assessoria de comunicação foi extinta em fevereiro, junto com Maranhão e Sergipe, onde obras também foram suspensas. Com nova a nova presidência, a ordem continua sendo "economizar e reduzir".

Falando nisso – Em Três Lagoas, a obra da maior fábrica de fertilizantes do Brasil completa um ano e meio paralisada. Na cidade, credores ainda se mobilizam para promover audiência e tentar receber dívidas do consórcio construtor. Com mais de 70% concluída e sem previsão de retomada, a obra recebe apenas cuidados de manutenção.

Vacinas – Novas denúncias apontam retirada irregular e venda de vacinas de postos de saúde de Campo Grande. Uma delas apontava comércio ilegal de doses em residência na Mata do Jacinto. Com mandado de busca e apreensão em mãos, policiais bem que tentaram um flagrante, mas já não havia nada no local.

Risco de cassação – Embora continue a gritar na tribuna, o vereador Roberto Durães (PSC) mantém silêncio junto à imprensa e, nas sessões da Câmara da Capital, passa bem longe de jornalistas. Ele acaba de ser notificado pela Comissão de Ética da casa e tem até o dia 25 para se defender sobre discurso em que disse conhecer intimamente a mãe do prefeito, Alcides Bernal (PP).

Tchau, Cunha – O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) ponderou que, com a saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados, muitos parlamentares se interessem pelo cargo e comecem a articulação neste fim de semana. O cenário deve se afunilar, ficando apenas três opções no dia da votação. "O Poder Legislativo precisa voltar a funcionar".

Estando sozinho – Que o PT está esfacelado por conta da Lava Jato não é novidade. Mas, em Campo Grande, dá indícios de que pode ruir a ideia do vereador Marcos Alex de ser o candidato petista à Prefeitura. O deputado federal José Orcírio, o Zeca do PT, por exemplo, diz não acreditar que o correligionário se lançará candidato “estando sozinho”.

Conversas – Segundo Zeca, o PT tem conversado com outros partidos de esquerda, inclusive com o também deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), outro pré-candidato a prefeito. Mas, até o momento, não está definida uma aliança.

(com a redação)

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