A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 27 de Maio de 2018


  • Jogo Aberto
  • Jogo Aberto

    jogoaberto@campograndenews.com.br


20/06/2013 06:05

Polícia faz relatório para atender fazendeiros

.

Encomenda - A Famasul encomendou um relatório e conseguiu que a Secretaria de Segurança Pública tomasse partido e produzisse um estudo para ser usado contra o movimento indígena de Mato Grosso do Sul.

Poderoso - A Sejusp elaborou documento onde aponta que 92% das mortes de índios no Estado têm como autor outro índio. A Famasul faz questão em dizer que o próprio secretário Wantuir Jacini assina o estudo.

Legítima defesa - Mesmo sem uma pesquisa mais aprofundada, a entidade que representa os fazendeiros afirma que o consumo de álcool é o principal motivo dos crimes nas aldeias. Com o estudo, a Federação admite que quer acabar com a imagem de produtor rural como violento.

Mal vistos - A fama mundial pegou desde os tempos de Marçal de Souza. Mas nos últimos anos voltou à tona com assassinato de um professor guarani e desaparecimento de outro na região sul, a morte de garoto quando pescava na lagoa de uma fazenda este ano e um terena baleado no mês passado durante invasão em Sidrolândia.

Regras - O Tribunal de Justiça constituiu comissão para implantar o Código de Ética dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul.

Enquadrados - Como justificativa, o TJ argumenta ser “necessário ordenar padrões de comportamento
ético, estabelecendo referenciais que permitam o aprimoramento da condução
da coisa pública”.

Limites - Que não há uma bandeira comum entre os manifestantes, até ai tudo bem. Mas ficar batendo boca publicamente é atitude de desmoralizar qualquer movimento que diz querer mudar o Brasil.

Barraco - Ontem, em Campo Grande, o Facebook pegou fogo com uns atacando os outros por conta da liderança do protesto. Ficou feio, mas não deve impedir a manifestação em peso contra o que há de ruim no País.

Plural - Os manifestantes não querem políticos, mas vão ter de receber inúmeras entidades no protesto de hoje, cada uma com a sua bandeira. O Conselho Regional de Psicologia, por exemplo, vai protestar contra o conhecido como Ato Médico.

Famosa - Até a musa do MPE, promotora Paula Volpe, responsável pela investigação da Máfia do Câncer, anda comentando as manifestações no Facebook. "Reduzidos os reajustes nas tarifas de ônibus, agora é hora de a PEC 37 subir no telhado", postou.

Entre a decisão e as prisões da Oiketicus
Prazo - As prisões da Operação Oiketicus, que investiga o envolvimento de policiais com a Máfia do Cigarro, foram autorizadas no dia 10 de maio pelo ...
Empréstimo do BNDES não empolga Reinaldo
Queremos mais - O dinheiro que o BNDES está oferecendo em linha de crédito específica para a segurança é “bem vindo”, mas a ação do governo federal é...
Gaeco tem suspeita de vazamento
Desconfiança – O Gaeco (Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado), responsável pela investigação que aponta envolvimento de policiais militare...
DEM e a disputa entre André e Reinaldo
Já escolhi - Sobre a declaração de Puccinelli que estaria "namorando" o DEM, o deputado Zé Teixeira fez brincadeira para dizer de qual lado da disput...


Não era para ter morrido nem um índio ou não índio em situação de conflito por terra e, se tal aconteceu, foi graças a um Estado brasileiro irresponsável que trai solenemente índios e proprietários. Agora, dizer que o relatório da Secretaria de Segurança é de encomenda, ou falso, porque esclarece e desmistifica mentiras usadas politicamente, é outra coisa. Nesta semana, numa reunião na Acrissul com o sr. Bispo de Campo Grande, solicitei a ele que buscasse informação na Sec. de Segurança para se esclarecer, justamente sobre a questão levantada nesta coluna, ou seja, a apresentação de todas as mortes como "assassinato de índios em conflitos por terra". E se foi o Sr. Bispo que pediu, a bem da verdade, tal relatório? O relatório mente ou esclarece os fatos? Com a palavra o digno colunista.
 
Valfrido M. Chaves em 21/06/2013 05:10:58
Eu não sou fazendeiro sou um brasileiro pobre,hoje me sinto um cidadão sem pátria, porque os poucos direitos que nós trabalhadores tinha foram tirados,hoje só nos resta é o dever de trabalhar e pagar impostos, nossos filhos não tem direito a nada se quiser fazer um faculdade tem que pagar ou tentar uma vaga sem o tal direito de cota, e agora estão criando a nação indígena para ser tratada por nós, já somos escravos do governo agora seremos escravos dos índios. O secretario de segurança não tomou partido de ninguém apenas falou a verdade,os índios estão se matando entre eles isso é de conhecimento de toda a sociedade, eles também estão sendo vítimas dessa politica indigenista totalmente errada, a funai não deixa eles produzirem fica tratando com cestas básicas.
 
jose silva dos santos em 20/06/2013 20:17:42
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions