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20/06/2013 06:05

Polícia faz relatório para atender fazendeiros

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Encomenda - A Famasul encomendou um relatório e conseguiu que a Secretaria de Segurança Pública tomasse partido e produzisse um estudo para ser usado contra o movimento indígena de Mato Grosso do Sul.

Poderoso - A Sejusp elaborou documento onde aponta que 92% das mortes de índios no Estado têm como autor outro índio. A Famasul faz questão em dizer que o próprio secretário Wantuir Jacini assina o estudo.

Legítima defesa - Mesmo sem uma pesquisa mais aprofundada, a entidade que representa os fazendeiros afirma que o consumo de álcool é o principal motivo dos crimes nas aldeias. Com o estudo, a Federação admite que quer acabar com a imagem de produtor rural como violento.

Mal vistos - A fama mundial pegou desde os tempos de Marçal de Souza. Mas nos últimos anos voltou à tona com assassinato de um professor guarani e desaparecimento de outro na região sul, a morte de garoto quando pescava na lagoa de uma fazenda este ano e um terena baleado no mês passado durante invasão em Sidrolândia.

Regras - O Tribunal de Justiça constituiu comissão para implantar o Código de Ética dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul.

Enquadrados - Como justificativa, o TJ argumenta ser “necessário ordenar padrões de comportamento
ético, estabelecendo referenciais que permitam o aprimoramento da condução
da coisa pública”.

Limites - Que não há uma bandeira comum entre os manifestantes, até ai tudo bem. Mas ficar batendo boca publicamente é atitude de desmoralizar qualquer movimento que diz querer mudar o Brasil.

Barraco - Ontem, em Campo Grande, o Facebook pegou fogo com uns atacando os outros por conta da liderança do protesto. Ficou feio, mas não deve impedir a manifestação em peso contra o que há de ruim no País.

Plural - Os manifestantes não querem políticos, mas vão ter de receber inúmeras entidades no protesto de hoje, cada uma com a sua bandeira. O Conselho Regional de Psicologia, por exemplo, vai protestar contra o conhecido como Ato Médico.

Famosa - Até a musa do MPE, promotora Paula Volpe, responsável pela investigação da Máfia do Câncer, anda comentando as manifestações no Facebook. "Reduzidos os reajustes nas tarifas de ônibus, agora é hora de a PEC 37 subir no telhado", postou.

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Não era para ter morrido nem um índio ou não índio em situação de conflito por terra e, se tal aconteceu, foi graças a um Estado brasileiro irresponsável que trai solenemente índios e proprietários. Agora, dizer que o relatório da Secretaria de Segurança é de encomenda, ou falso, porque esclarece e desmistifica mentiras usadas politicamente, é outra coisa. Nesta semana, numa reunião na Acrissul com o sr. Bispo de Campo Grande, solicitei a ele que buscasse informação na Sec. de Segurança para se esclarecer, justamente sobre a questão levantada nesta coluna, ou seja, a apresentação de todas as mortes como "assassinato de índios em conflitos por terra". E se foi o Sr. Bispo que pediu, a bem da verdade, tal relatório? O relatório mente ou esclarece os fatos? Com a palavra o digno colunista.
 
Valfrido M. Chaves em 21/06/2013 05:10:58
Eu não sou fazendeiro sou um brasileiro pobre,hoje me sinto um cidadão sem pátria, porque os poucos direitos que nós trabalhadores tinha foram tirados,hoje só nos resta é o dever de trabalhar e pagar impostos, nossos filhos não tem direito a nada se quiser fazer um faculdade tem que pagar ou tentar uma vaga sem o tal direito de cota, e agora estão criando a nação indígena para ser tratada por nós, já somos escravos do governo agora seremos escravos dos índios. O secretario de segurança não tomou partido de ninguém apenas falou a verdade,os índios estão se matando entre eles isso é de conhecimento de toda a sociedade, eles também estão sendo vítimas dessa politica indigenista totalmente errada, a funai não deixa eles produzirem fica tratando com cestas básicas.
 
jose silva dos santos em 20/06/2013 20:17:42
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