ACOMPANHE-NOS    
JULHO, SEXTA  10    CAMPO GRANDE 29º

Jogo Aberto

Funk da Sanasa

Por Jogo Aberto | 25/05/2011 06:00

Os dias de lazer do governador André Puccinelli têm sido ao lado dos netos, nos barrancos dos rios do Aquidauana, Miranda e Nioaque e em seu apartamento, com o filho André Junior, jogando calheta.

No sábado, dia 21, Puccinelli e os netos foram ao rio Nioaque. A pescaria rendeu muito pouco, apenas alguns lambaris. Quando não esta pescado ou jogando baralho, o governador tem mesa cativa no Vitorino, tradicional bar de Campo Grande.

O vereador de Jardim, Erney Cunha Bazzano Barbosa (PDT), foi condenado no início deste ano por falsidade ideológica. Ele, que é advogado, em junho de 2006 obrigou a ex-mulher de um cliente a assinar um recibo em branco, diz a Justiça.

O cliente devia pensão alimentícia à ex-mulher, assistida pela defensoria pública, e foi preso por isso. Erney pediu que a ex-esposa assinasse o recibo alegando que com aquilo seu cliente seria solto. A mulher assinou o documento em branco e Erney apresentou o documento à Justiça e nunca houve o acerto da pensão.

Foi constatada a "fraude" e ele foi condenado a prestação de serviço comunitário por oito horas semanais, durante um ano e nove meses, além do pagamento de multa. O cliente também foi condenado pelo mesmo crime. Erney recorreu da decisão em primeiro grau e o caso agora vai para o Tribunal de Justiça. O caso é bastante comentado em Jardim.

O vereador Lídio Lopes (PP) revoltou a "classe" homossexual ao atacar a união entre pessoas do mesmo sexo, durante sessão de ontem na Câmara. Em alto e bom som, Lídio defendeu que a sociedade não pode aceitar homossexualismo como coisa normal, o que para quem é militante é prato cheio para ação por homofobia.

A lei anti-pornografia caiu e a criatividade voltou com corda toda aos outdoors de Sex Shop, mais uma para atormentar os vereadores puritanos de Campo Grande. A frase estampada na rua Antonio Maria Coelho é engraçada "O meu Leonardo dá 20 e o seu"

O erro que virou comum para autoridades nacionais e criou o coro “do Suuuullll” para sul-mato-grossenses, irritados toda vez que ouvem chamar Mato Grosso do Sul de Mato Grosso, voltou a reascender a polêmica discussão sobre a mudança do nome do Estado. O deputado Antônio Carlos Arroyo prometeu Emenda Constitucional para regulamentar o plebiscito. Segundo ele, é o primeiro passo para discutir a mudança.

A Câmara Federal corrigiu o equívoco estampado em totens da Casa. “A Casa Alta que representa e tem obrigação de saber dos deputados que a compõem”, protestou o deputado federal Edson Giroto. De fato, a gafe geográfica em pleno Congresso não pegou bem.

O escândalo do caso Sanasa em Campinas, que desencadeou prisões, entre elas, da chamada “República de Corumbá”, virou até funk na internet. A letra chama o caso de “bonde do doutor Hélio”, prefeito da cidade paulista, que está na mira de vereadores com pedido de impeachment.