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Reinaldo já sonha em poder “descansar e pescar” em 2023

Por Adriel Mattos, Gabriela Couto e Liana Feitosa | 05/07/2022 06:00
Reinaldo com carretilha de pesca, que ganhou de presente, na mão (Foto: Henrique Kawaminami)
Reinaldo com carretilha de pesca, que ganhou de presente, na mão (Foto: Henrique Kawaminami)

Desculpe, pessoal – A solenidade de posse de 303 peritos da Polícia Civil, no auditório do Bioparque Pantanal, começou com atraso na segunda-feira (4). Conhecido pela pontualidade, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) justificou que ficou “preso” em outro compromisso. “Peço desculpas, estava participando da abertura do Fórum Brasil Export, tinha mais de 50 empresários, e eles com várias dúvidas, acabei me atrasando”, explicou.

Presente – A coordenadora-geral de Perícias, Glória Setsuko Suzuki, presenteou o governador com uma carretilha de pesca. Durante o discurso, ele disse que pretende pescar com mais regularidade em janeiro, quando deixar o cargo. “Completo em 2022, 26 anos ininterruptos de vida pública. Entendi o recado, me deram essa carretilha, vou poder descansar e pescar”, afirmou.

Homenagem – Glória também ganhou uma homenagem, pelos 20 anos de serviço público, completados justamente no dia dessa posse, a maior da história do órgão. Ela recebeu um vaso de flores do marido, que ainda ganhou um beijo.

Ausência – Reinaldo lamentou que o delegado-geral da Polícia Civil, Roberto Gurgel, não pode participar por estar com covid-19. “O nosso delegado-geral não pode estar presente porque testou positivo para covid hoje [segunda-feira, 4]”, comentou.

Não vou ler – Antes de subir ao púlpito, o governador havia feito anotações para complementar o discurso que faria, mas descartou os papéis. “Eu escrevi duas folhas para falar a vocês, mas vou me abster dessa fala escrita, porque nesse momento é importante falar de Mato Grosso do Sul”, iniciou, para na sequência apresentar dados de sua gestão, como vem fazendo nesse último ano de mandato.

Lembranças – O chefe do Executivo estadual lembrou-se da campanha de 2014, em que se manifestou contra a construção do Aquário do Pantanal, hoje Bioparque, mas se comprometeu a concluí-lo. “Gravei meu primeiro programa eleitoral aqui na frente, em 2014. Disse em claro e bom som que, se eu tivesse que decidir entre construir um hospital, uma escola, uma creche ou um aquário, escolheria o hospital, a escola e a creche. Mas, o governante anterior escolheu isso, então vamos terminar e entregar. E hoje podemos dizer que entregamos a última obra inacabada”, rememorou.

Fim da confusão – A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (Patriota), sancionou lei que renomeia a Rua Elza Pereira de Andrade, no Jardim Centro-Oeste. Em 2019, a via passou a se chamar Rua Orestes Cavallari, apesar de já existir outra via na Capital com o mesmo nome, no mesmo bairro.

Ninguém perguntou – Por outro, o vereador Clodoilson Pires (Podemos) apresentou projeto que revoga lei de 2019, alterando o nome da Rua Dona Joana para Rua Alfredo Zamlutti. Na justificativa, o parlamentar alega que os moradores o procuraram informando que não foram consultados sobre a mudança. "Até mesmo uma ação judicial [contra a mudança] chegou a ser proposta", apontou o vereador, explicando que depois, o processo foi extinto.

Não vou, doutor – A partir de agora, academias que exigem atestado médico no ato da matrícula vão apenas pedir ao futuro aluno o preenchimento do PAR-q (Questionário de Prontidão para Atividade Física) e de um Termo de Responsabilidade para a Prática de Atividade Física. A avaliação pode ser feita pelo próprio educador físico, e não mais por um médico. A alteração na Lei 3621/1999 atende pedido de empresários e entidades do setor, como o Cref/MS (Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região) e a Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul).

Aprovados - Mato Grosso do Sul alcançou em 2021 a maior taxa de aprovação de candidatos no Exame da Ordem da história desde a unificação da prova, em 2010: 28%. O percentual corresponde à aprovação de 715 candidatos de um total de 2.553 inscritos. O número supera as últimas duas edições da prova, quando as taxas de aprovação foram de 14% e 20%, respectivamente. Para a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), embora os números indiquem aumento progressivo no número de aprovados, o que indicaria uma leve melhora na qualidade dos cursos de Direito do país, o índice ainda é considerado baixo.

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