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18/08/2011 06:01

Socialismo moreno

Jogo Aberto

Decolagem autorizada

A Justiça decidiu ontem autorizar a posse da nova diretoria do Sindicato dos Bancários de Campo Grande, eleita em março. O ex-presidente, José Clementino, inconformado com a derrota, entrou com recurso alegando que o processo eleitoral foi irregular.

A nova presidente, Iaci Azamor Torres, que deveria ter sido empossada em maio, pode assumir a qualquer momento. Com o fim da pendenga, os bancários podem, enfim, conduzir a campanha salarial da categoria, que tem data base em 1º de setembro.

Rigorosamente em dia

O governador André Puccinelli avaliou ontem que a reunião com deputados para discutir emendas foi ‘tranquila’ e reafirmou que não deve nada de 2010 porque não há como herdar dívida abstrata, ou seja, de uma legislatura que já passou. A única hipótese, segundo André, seria contabilizar como restos a pagar.

Nenhuma emenda foi empenhada de um exercício fiscal para outro, como manda a contabilidade. “Todo mundo que mexe com orçamento sabe disso”, disse, lembrando que as emendas apresentadas este ano serão pagas dentro do exercício financeiro, até 15 de dezembro.

Afunilamento

André repetiu que liberação de emendas não depende apenas de um botão ou assinatura, mas também do encaminhamento da papelada exigida pela burocracia estatal.

Assunto sem fim

Mesmo depois dos afagos, o assunto das emendas parlamentares continua dando ‘pano pra manga’ na Assembleia Legislativa.

Cansada de assistir as críticas da oposição que acusa o governador de ‘caloteiro’, a base aliada reagiu: “O governador pagou três anos 100%, e ano passado só deixou de pagar pouca coisa. E os deputados federais que receberam só 6% de suas emendas?”, comparou Eduardo Rocha.

Perdas irreparadas

André Puccinelli comentou que a compensação ao Estado pelas perdas em razão da Lei Kandir tem ficado sempre aquém da expectativa e muito abaixo do que é justo. Daí a preocupação quanto aos vetos da presidente Dilma a 22 artigos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

De acordo com o deputado Edson Giroto (PR), os vetos retiram do Estado algo em torno de R$ 700 milhões, grande parte referente às compensações da Lei Kandir.

Fórmula ideal

Para o governador André Puccinelli, a fórmula ideal de compensação dos estados é matemática, bastando aplicar o índice de 17%, que corresponde ao ICMS, sobre o volume exportado anualmente, podendo se extrair dessa operação aritmética o montante que a União deveria reembolsar os Estados.

Não teve jeito

O deputado Marcio Fernandes (PTdoB) bem que tentou, mas não conseguiu fugir de apelido dado na Assembleia Legislativa: queridinho. Tudo porque, dizem, ele é o parlamentar mais grudado ao governador e com maior percentual de emendas desovadas.

Mais brincadeiras

Outro que vem sendo alvo de gozação dos colegas é o deputado Eduardo Rocha (PMDB). Marido da vice-governadora Simone Tebet, ele é chamado pelos colegas de “primeiro cavalheiro”, numa alusão á hipótese dela vir a suceder Puccinelli em 2014.

Troca-troca

O prefeito de Maracaju, Celso Vargas, vai aproveitar a visita do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para trocar o PTB pelo PDT.

Por outro lado, nos bastidores é dada como certa a ida de um “nome com peso político” do PMDB para o PSB, sigla que vem ganhando força no Estado desde o ingresso de Murilo Zauith.

Repercussão

Deputados e senadores da bancada federal de MS se disseram satisfeitos com a reunião que tiveram anteontem à noite com o prefeito Murilo Zauith, que atribuiu a cada um deles parcela de responsabilidade na viabilização do pacote de projetos que vão mudar o perfil urbano, social e econômico de Dourados.

Murilo levou para Brasília 18 projetos que totalizam R$ 482,6 milhões, para drenagem, pavimentação, recuperação de asfalto, urbanização, construção de casas e construção e recuperação de pontes. Já em processo de liberação de recursos, estão outros oito projetos de infraestrutura que somam R$ 19,2 milhões.

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