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Por Jogo Aberto | 16/03/2011 06:00

Gafe do Ministério do Desenvolvimento gerou reação no twitter. Agora estão trocando o nome de Mato Grosso do Sul até por Minas Gerais. Na agenda de audiências de terça-feira, o ministério anunciava reunião com o senador Delcídio Amaral do “PT de MG”.

Ao ler o equívoco, o seguidor do petista logo lançou no twitter o puxão de orelhas. Michel Rosa, de Belo Horizonte, pediu a correção e ainda comentou: “Delcídio não é de MG. Até que eu gostaria”.

O advogado Aldo Lopes lança o livro “A Guerra PT e os principais questionamentos jurídicos do agronegócio na década 2000/2010”, na sede do Sindicato Rural de Campo Grande. Apesar do título, o autor esclarece que o “PT” não faz referência ao partido ligado ao MST e sim com Produtores e os

Tribunais.

Com dificuldade para pescar exemplares na medida correta, o sonho de consumo de pescadores hoje em Mato Grosso do Sul é pacote para a Argentina. Por lá, o que não falta é peixe graúdo, dizem os sul-mato-grossenses, por conta das leis mais severas para preservação do estoque pesqueiro.

Família Batista, dona do maior frigorífico do mundo, o JBS, com unidades também em Mato Grosso do Sul, agora comprou o Banco Matone. A instituição é especializada em crédito consignado e a idéia é fundir o grupo com o banco JBS para reforçar o financiamento a pecuaristas.

Em previsão de “apagão” da segurança pública no Brasil, diante de descontentamento de policiais em todo o Brasil, articulistas do País têm citado o governador André Puccinelli como o único que até agora decidiu apoiar o piso nacional a Polícia, desde que “rache” os custos disso com o governo federal.

O Ministério da Justiça está preocupado com a vulnerabilidade dos presídios federais. O sistema está em alerta, temendo ações para libertar presos de alta periculosidade. Denúncia de que o presídio de Mossoró não tem condições de continuar abrigando Fernandinho Beira-Mar, por precariedades, levam à possibilidade até do traficante voltar para Mato Grosso do Sul

A homenagem do Dia da Mulher, ontem na Assembleia, emocionou muita gente. O principal motivo é que em 16 anos, foi a primeira vez que o evento foi realizado sem a presença da ex-deputada estadual Celina Jallad, uma das idealizadores da comemoração.

Morador diz que não consegue dormir por causa da “poluição sonora” de clube na rua Brilhante. Além do som alto, ele reclama do barulho de buzina, alarmes e apitos de guardadores de carros, sempre depois das 22h. Ele diz que já esteve no Juizado especial, Ministério Público, Deops e nada. “Só falta ir à Polícia Federal e acionar o FBI”, protesta.

A contar pelo tempo que levou entre as inspeções nos estados e a divulgação do resultado das apurações sobre irregularidades nos Tribunais de Justiça, o relatório do CNJ sobre Mato grosso do Sul deve sair só em julho. No Rio grande do Norte e no Paraná, esse processo demorou 8 meses.