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Jogo Aberto

Vereador quer se livrar do terno e gravata

Por Ângela Kempfer | 28/06/2013 06:05

Terno e gravata - O vereador Chiquinho Teles (PSD) encaminhou para a mesa diretora da Câmara Municipal consulta sobre o motivo da obrigatoriedade de uso de terno e gravata nas sessões e aproveitou para perguntar formalmente qual a possibilidade de ficar livre do traje

Popular - Como justificativa, Chiquinho fala do clima quente e argumenta que, além de ser desconfortável, um estilo menos formal aproximaria mais os vereadores do povo. Também alega que a exigência não vale para secretários de Estado, por exemplo.

Paparazzi - O vereador Eduardo Romero (PTdoB) deve ter um assessor realmente dedicado. Incrível como sempre há alguém por perto para fotografar o estreante na Câmara em cenas no transporte coletivo. Ou é no ponto de ônibus, ou dentro dele, todos os dias há uma imagem nova do chefe a caminho do trabalho.

No interior - A CPI da Saúde, da Assembleia Legislativa, já anunciou que vai dedicar um capítulo do relatório final a Dourados, que vive um caos como nunca foi visto no setor. E, aviso aos navegantes: na segunda-feira, a CPI passa por Coxim

Mui amigo - O prefeito Alcides Bernal fez o discurso do amiguinho à Câmara Municipal. Ontem, sobre a mudança de presidente na casa, garantiu “sentimento de solidariedade”. Mas antes do ponto final, recomendou que “decisões da justiça sejam respeitadas”.

Na linha - Depois de muitas reclamações, inclusive, formais, a prefeitura resolveu respeitar a lei e passou a publicar o Diário Oficial antes que a manhã acabe. Mesmo assim, ainda não tem um horário certo, como nas administrações passadas.

Bravo - O ex-secretário de Saúde de Campo Grande, Luis Henrique Mandetta, anda com um discurso radical contra a contratação de médicos estrangeiros para atuarem no Brasil, onde há problemas de falta de profissional.

Manifestante - Revoltado com a ideia, o deputado federal sul-mato-grossenses deu uma sugestão durante discurso na Câmara Federal: “Os mortos que os médicos de Cuba produzirem devem ficar na porta do Palácio do Planalto.”

Perdeu - Tem cara de pau para tudo. na quarta-feira, um motorista estacionou o carro na vaga destinada a deficientes que fica na fachada da sede do Ministério da Saúde, em Campo Grande. É claro que quando o homem voltou, o veículo já havia sido guinchado.

 

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