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Vereadores agradecem ação do governo para cultura

Por Caroline Maldonado e Marta Ferreira | 02/07/2021 06:00
O governador Reinaldo Azambuja durante lançamento de programa de incentivo à retomada da economia, que incluiu ações para cultura. (Foto: Paulo Francis)
O governador Reinaldo Azambuja durante lançamento de programa de incentivo à retomada da economia, que incluiu ações para cultura. (Foto: Paulo Francis)

Obrigado - O vereador Ronilço Guerreiro (Pode) fez moções de congratulações a dois integrantes do governo estadual pelos trabalhos voltados à cultura, bandeira do parlamentar. Os citados foram os vereador licenciado e agora titular da Secretaria de Cidadania e Cultura, João César Matogrosso, e o titular da Seinfra, Eduardo Riedel.

Coletivo - No caso de Riedel, pré-candidato tucano ao governo em 2022, ele anunciou nesta semana investimento milionário de recuperação da economia, que prestigia a área da cultura. Diante da proposta, todos os vereadores da Casa assinaram junto as moções.

Dança - O presidente da Casa, Carlos Augusto Borges, por sua vez, fez moção ao secretário João César e ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB) pelo registro oficial do Chamamé como bem imaterial do Estado, que também foi endossada por todos os parlamentares.

Emblema - Já o vereador Riverton de Sousa (DEM) apresentou moção ao chefe da Divisão de Esporte, Arte e Cultura da Capital, Mário César de Paula Ribeiro, e à chefe da Divisão do Controle de Planejamento da pasta de Educação, Noemi Silveira, por inúmeros serviços prestados ao município, classificada como um "ícone" em Campo Grande.

Violência - A vereadora Camila Jara (PT) apresentou moção de repúdio contra os atos de violência física e simbólica quer vitimaram transexual de 54 anos em Campo Grande. A mulher foi sequestrada e violentada no dia 18 de junho.

Batalha - A vereadora lamentou não poder enviar a moção pela Casa, pois não tem um destinatário específico da questão. "É uma situação que temos que enfrentar enquanto política pública e não existe apenas um culpado", disse, ao convidar as pessoas para ato em prol da causa contra violência aos LGBTQIA+, nessa sexta-feira (2).

Não curtiu - Durante a votação que aprovou a prorrogação de contratos do Proinc, que emprega mais de duas mil pessoas em vulnerabilidade, o vereador André Luís (Rede) foi o único a votar contra e ainda criticou a proposta.

Mordeu e assoprou - "Não pode ser uma 'Seleta 2'. Estaríamos criando no Proinc uma quarta forma de entrada no serviço público: o efetivo, o contratado, o comissionado e agora seria o 'encaixado' no Proinc", disse o vereador, que em outro assunto, o atendimento em saúde na Capital, elogiou o trabalho feito pela prefeitura.

Reação – Não teve nota das entidades classistas, mas teve campanha nas redes sociais de delegados de Polícia Civil de Mato Grosso do Sul em apoio ao colega Carlos Delano, depois da revelação, em audiência por videconferência no dia, dos bastidores de seu afastamento da Delegacia de Homicídios, quando a operação Omertà começou a apresentar os primeiros resultados. Um card passou a ser usado por parte das autoridades, com dizeres defendendo a prerrogativa de investigar sem pressões.

No aguardo – O Campo Grande News procurou tanto a diretoria-geral da Polícia Civil quanto o Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) indagando se a fala do delegado vai provocar algum tipo de investigação contra os dois citados, os também delegados Pedro Espíndola de Camargo e Roberto Gurgel de Oliveira Filho, mas não houve resposta até o fechamento desse texto. O policial deu nomes de dois colegas que, segundo ele, levaram recados da chefia  em duas oportunidades, em abril de 2019, para que ele pedisse para deixar a unidade, o que acabou acontecendo por ordem superior. Depois, Delano foi reconduzido.

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