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Artes

Aos 15 anos, Heitor já assumiu bateria do Bando do Velho Jack em show

O contato com a música começou cedo, dentro de casa

Por Clayton Neves | 20/04/2026 07:32

Aos 15 anos, o baterista Heitor de Lima Barbosa já chama atenção na música. Mesmo jovem, ele divide o palco com artistas experientes, como O Bando do Velho Jack, grupo com 30 anos de carreira, o dobro da idade dele.

O contato com a música começou cedo, dentro de casa. Filho de pais músicos, Heitor cresceu entre instrumentos, ensaios e apresentações. “Sempre tive muito contato. Comecei na igreja, vendo os bateristas tocarem e eles me chamavam, me colocavam ali no meio”, conta.

Segundo o pai, Paulo Dias Barbosa, o talento apareceu ainda na infância, antes mesmo de ele falar direito. A primeira bateria veio aos três anos e meio, um presente do bisavô. “Ele já marcava o tempo, brincava de tocar no ar. A música sempre esteve muito presente”, lembra.

Aos 15 anos, Heitor já assumiu bateria do Bando do Velho Jack em show
Ainda adolescente, Heitor impressiona por talento e dedicação à música. (Foto: Arquivo Pessoal)

Mesmo com o talento desde cedo, o caminho foi construído com dedicação. As aulas começaram aos 8 anos, mas antes disso Heitor já aprendia sozinho, vendo vídeos e treinando em casa. Hoje, a rotina é puxada. “Eu estudo o tempo todo. Às vezes estou só com as mãos na perna, mas estou treinando. Todo lugar vira prática”, conta.

A entrada no meio profissional veio quase sem planejamento. Os primeiros convites surgiram aos poucos, para tocar duas ou três músicas em shows. Até que começaram as oportunidades maiores, ao lado de artistas como Gabriel Noah e Kefla. “Foi tudo muito de repente. Quando vi, já estavam me chamando para tocar”, relembra.

O apoio da família foi essencial nesse processo. Os pais acompanham de perto ensaios, viagens e decisões, ajudando a manter o equilíbrio. “A gente incentiva, mas também cobra dedicação. Só gostar não basta, tem que estudar”, afirma o pai.

Aos 15 anos, Heitor já assumiu bateria do Bando do Velho Jack em show
Primeira bateria foi um presente do avô, aos 3 anos e meio. (Foto: Arquivo Pessoal)

Entre os momentos mais marcantes da ainda curta carreira estão participações com O Bando do Velho Jack. A aproximação veio por indicação de outro músico, e o convite chegou de forma inesperada.

“Acordei e vi a mensagem. Quando entendi, comecei a gritar de alegria em casa. É uma honra poder tocar com eles porque, desde pequeno, sempre acompanhei meu pai ele me ensinou a ouvir. Então, para mim é, é um prazer muito, muito grande”, relata Heitor.

A experiência tem peso especial também para a família. Paulo lembra que, quando o grupo gravou um DVD comemorando 15 anos de carreira, Heitor ainda era um bebê de quatro meses e já estava na apresentação com os pais. “Agora, com 30 anos de banda, ele está tocando com eles. É emocionante”, destaca.

Apesar da pouca idade, o jovem encara o palco com naturalidade e não tem dúvida de que quer seguir na música e transformar o talento em uma carreira sólida. “Sempre dá aquele frio na barriga, mas é o que eu mais gosto de fazer. Ali é o meu lugar, não tem jeito”, finaliza.

Aos 15 anos, Heitor já assumiu bateria do Bando do Velho Jack em show
Jovem já se apresentuu com o Bando do Velho Jack substituindo o baterista fixo. (Foto: Arquivo Pessoal)

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