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Artes

Empresário tenta melhorar tatuagem e sai com pedaço do Pantanal nele

Louco por pesca e das belezas do Pantanal, empresário fechou o antebraço com cenários do bioma

Por Clayton Neves | 04/03/2026 07:13

RESUMO

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O corretor e empresário Paulo Henrique Pereira Filho, de 28 anos, decidiu eternizar a beleza do Pantanal em uma tatuagem que ocupa todo o braço. A arte reúne elementos emblemáticos do bioma, como a onça-pintada, o dourado, o tuiuiú e o jacaré, além de um barco representando a pesca. A tatuagem foi realizada em duas sessões de aproximadamente dez horas cada. O resultado, com traços realistas e detalhes minuciosos, tem chamado atenção e servido de inspiração para outras pessoas. Para Paulo, o que começou como uma questão estética tornou-se uma homenagem à região onde vive há mais de 15 anos.

A paixão pela pesca e pelas paisagens do Pantanal acabou virando tatuagem no braço do corretor e empresário Paulo Henrique Pereira Filho, de 28 anos. Mato-grossense e morando em Campo Grande há mais de 15 anos, ele decidiu retratar no antebraço alguns dos principais símbolos do bioma.

A tatuagem cobre todo o antebraço e reúne elementos como onça-pintada, dourado, tuiuiú, jacaré e um barco de pesca.

Segundo Paulo, a ideia começou com o desenho de uma onça cercada por vegetação típica da região. No início, a intenção era apenas melhorar uma tatuagem que já tinha no braço.

“Eu já tinha metade do braço tatuado, mas não gostava de como ficava até o cotovelo. Parecia que estava sem acabamento. Então decidi fechar o braço inteiro”, explica.

Durante a conversa com o tatuador, a arte foi ganhando novos elementos ligados ao Pantanal e à pesca, atividade que ele pratica com frequência.

Entraram no desenho o dourado, considerado um dos peixes mais conhecidos das águas da região, o tuiuiú, ave símbolo do Pantanal, o jacaré e um barco.

“Eu gosto muito do contato com a natureza. É uma terapia para mim. Amo pescar e estar no mato em conexão com a natureza. Eu tenho isso desde pequeno e é necessário para mim”, afirma.

Empresário tenta melhorar tatuagem e sai com pedaço do Pantanal nele
Trabalho foi feito em duas sessões e levou mais de 16 horas para ficar pronto. (Foto: Kallel Tatoo)

Segundo o empresário, a escolha dos animais não foi aleatória. São espécies que ele vê de perto, com frequência, durante as pescarias e viagens pela região. “São peixes e aves com os quais tenho muito contato. Como eu moro aqui, faz parte do meu dia a dia”, comenta.

O processo de criação também exigiu resistência. A tatuagem foi feita em duas sessões longas, de oito a dez horas cada. “Dói bastante. Quem fala que não dói está mentindo”, pontua. Ele conta que utilizou pomada anestésica para amenizar o desconforto, mas admite que encarar o procedimento exige preparo.

O resultado, no entanto, compensou. Com traços realistas e detalhes minuciosos, a tatuagem chama atenção. “Muita gente gostou, já até usaram como referência para outras tatuagens. O peixe e a onça ficaram bem realistas, isso impressiona”, diz.

Embora a decisão tenha partido de uma questão estética, Paulo reconhece que o desenho acabou se tornando uma homenagem à terra onde vive. “Está totalmente ligado ao ambiente que faz parte do meu dia a dia. Agora está eternizada na pele uma beleza que é tão regional, tão nossa”, finaliza.

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