Samuel Rosa celebra 80 anos do Sesc com show gratuito em Campo Grande
Nova turnê mistura canções do álbum “Rosa” com músicas consagradas ao longo da carreira do artista

O aniversário de 80 anos do Sesc terá trilha sonora de Samuel Rosa em Campo Grande. O cantor e compositor mineiro sobe ao palco no Parque das Nações Indígenas no dia 13 de setembro, data em que a instituição completa oito décadas de atuação no País. O show, gratuito, está marcado para começar às 18h.
RESUMO
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Samuel Rosa se apresenta gratuitamente no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, no dia 13 de setembro, às 18h, em celebração aos 80 anos do Sesc. O show integra a programação comemorativa do Sistema Comércio MS e reúne repertório da carreira solo do artista, com faixas do álbum Rosa, além de sucessos consagrados. A apresentação faz parte da "Samuel Rosa Tour", turnê que o músico realiza após o encerramento das atividades do Skank.
A apresentação integra a programação comemorativa promovida pelo Sistema Comércio MS, por meio do Sesc MS, e transforma um dos principais cartões-postais da Capital em palco para uma noite que mistura celebração, rock, pop e músicas que atravessaram gerações.
“Trazer Samuel Rosa para Campo Grande é uma forma de marcar essa data e oferecer à população um grande evento gratuito no Parque das Nações Indígenas, celebrando a trajetória da instituição e o acesso à cultura”, afirma o presidente do Sistema Comércio MS, Juliano Wertheimer.
Do Skank à nova fase
Samuel Rosa chega a Campo Grande vivendo um novo capítulo de uma carreira construída ao longo de mais de três décadas. Depois do fim do Skank, banda que o projetou nacionalmente, o músico seguiu na estrada e agora percorre o País com a “Samuel Rosa Tour”.
O espetáculo combina a produção da carreira solo com músicas que ajudaram a construir sua história. No repertório aparecem faixas do álbum Rosa, como “Segue o Jogo” e “Rio Dentro do Mar”, além de sucessos conhecidos pelo público e composições gravadas em parceria com outros artistas.
A ideia é justamente aproximar passado e presente. Samuel define o novo espetáculo como híbrido: há espaço para beats, suingue e novas sonoridades, mas sem abandonar as baladas e canções que fizeram parte da trajetória do cantor.
“Estou ansioso para ganhar a estrada e encontrar o público de todo o Brasil que se interessa pelo meu trabalho e, obviamente, aqueles fãs que querem ouvir as canções que eu fiz durante toda a minha carreira”, afirma. Para Samuel, a intenção é proporcionar um show capaz de fazer o público se sentir, naquele momento, “no melhor lugar do mundo”.
Uma nova banda, a mesma estrada
A transição para a carreira solo começou a ser construída antes mesmo do encerramento das atividades do Skank. Desde 2019, Samuel já fazia apresentações com alguns dos músicos que atualmente o acompanham, criando o entrosamento que agora chega aos palcos da turnê.
A banda conta com Doca Rolim, Alexandre Mourão, Pedro Kremer, o Pelotas, e Marcelo Dai. O naipe de metais reúne Pedro Aristides, no trombone, Vinícius Augusto, no saxofone, e Pedro Mota, no trompete. Os músicos também participaram das gravações do álbum Rosa.
Em vez de diminuir o ritmo depois de décadas de shows, Samuel escolheu continuar na estrada. O resultado é um espetáculo que preserva uma de suas marcas: energia no palco, repertório de forte apelo popular e a combinação entre músicas dançantes e baladas.
Em Campo Grande, essa nova fase encontrará uma celebração histórica. Criado há oito décadas, o Sesc desenvolve ações nas áreas de cultura, educação, saúde, lazer e assistência, atendendo trabalhadores do comércio, familiares e a população em geral.
No dia 13 de setembro, porém, a história será contada principalmente pela música — e diante de uma plateia a céu aberto no Parque das Nações Indígenas.

