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Consumo

Com bom humor, camisas mostram tudo que o campo-grandense vive

Não dar seta, confundir ruas e corrigir com “Do Sul!”, após alguém falar Mato Grosso são algumas das estampas

Por Bárbara Cavalcanti | 31/07/2021 08:21
A caminhonete mal estacionada é um dos cenários comuns nas ruas de Campo Grande. (Foto: Reprodução Redes Sociais)
A caminhonete mal estacionada é um dos cenários comuns nas ruas de Campo Grande. (Foto: Reprodução Redes Sociais)

Se você nunca passou raiva com quem não dá seta no trânsito, das duas uma: ou você é quem não se importa com a sinalização ou você não está em Campo Grande.

Essas ou outras situações, como estacionar errado ou corrigir com “Do Sul”, quando falam apenas Mato Grosso, são as estampas da camisas elaboradas pelos arquitetos Anderson Katsushi, Marcelo Aveiro e o publicitário Ricardo Barbosa.

Só quem vive em Campo Grande conhece: um carro virando sem seta, outro mal estacionado, uma capivara atravessando a rua pela faixa de pedestres ou confusão com os nomes das ruas. “Você não pode se chamar campo-grandense se, pelo menos, não passar por um carro que não dá seta”, brinca Anderson.

Seja qual for o veículo, tem gente que simplesmente não dá seta. (Foto: Reprodução Redes Sociais)
Seja qual for o veículo, tem gente que simplesmente não dá seta. (Foto: Reprodução Redes Sociais)

“Mas sendo campo-grandense ou não, todo mundo vai passar por alguma dessas situações aqui. Algumas são aquelas que “te certificam” como campo-grandense, como tomar um tereré gelado ou sentar no aeroporto pra contemplar as decolagens dos aviões ou ainda, nos Altos da Afonso Pena. Essa regionalidade foi que quisemos trazer”, detalha.

Os três moram em Campo Grande, e apenas o Marcelo é natural do interior do estado. “Os personagens” das camisetas são monumentos e bichos típicos da região, como a capivara, o jacaré e as araras.

As araras que confundem os nomes das ruas é uma das estampas. (Foto: Reprodução Redes Sociais)
As araras que confundem os nomes das ruas é uma das estampas. (Foto: Reprodução Redes Sociais)

E Anderson garante que na vida também leva as situações com humor, e que desde que começou a fazer as estampas, as situações começaram a virar uma piada interna. O objetivo é justamente valorizar a regionalidade, deixando toda situação mais leve e divertida. As ideias surgem do cotidiano e cada um contribuiu com as ideias artísticas.

“Agora andamos até mais atentos para buscar ainda mais situações, porque agora virou motivo de inspiração para a gente. Já estamos rindo quando elas acontecem”, ri.

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