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Consumo

Loja de roupas escondia bronzeamento artificial proibido em Campo Grande

Local continuou oferecendo procedimento proibido pela Anvisa, mesmo após notificação em março deste ano

Por Ângela Kempfer | 15/07/2026 09:01
Loja de roupas escondia bronzeamento artificial proibido em Campo Grande
O MP não divulgou imagens, mas câmeras são semelhantes a da foto (Foto: Reprodução)

Estabelecimento de Campo Grande foi alvo de busca e apreensão após uma investigação apontar o uso irregular de câmaras de bronzeamento artificial, procedimento proibido no Brasil. Segundo o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o serviço continuou sendo oferecido mesmo depois de uma interdição feita pela Vigilância Sanitária, em março deste ano.

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Estabelecimento em Campo Grande foi alvo de busca e apreensão após investigação do MPMS identificar o uso irregular de câmaras de bronzeamento artificial, proibidas no Brasil pela Anvisa desde 2009. O local funcionava como comércio de roupas, mas mantinha equipamentos em condições precárias. Os responsáveis também são investigados por publicidade enganosa, pois divulgavam o serviço como legalizado.

A apuração aponta que o local aparentava funcionar como comércio de roupas e prestação de serviços de costura, mas também mantinha equipamentos com lâmpadas fluorescentes de alta potência para bronzeamento estético.

Durante a investigação, foram encontrados equipamentos em condições consideradas precárias de conservação e higiene. O mandado de busca e apreensão foi cumprido com apoio da 43ª Promotoria de Justiça de Campo Grande e da Unidade de Apoio à Investigação, mas o endereço não foi divulgado nem a quantidade de aparelhos apreendidos.

O uso de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos é proibido em todo o território nacional pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2009.

Os responsáveis pelo estabelecimento também são investigados por suposta publicidade enganosa. De acordo com o MPMS, o serviço era divulgado como legalizado e em conformidade com a legislação, apesar da proibição sanitária.

A exposição à radiação ultravioleta emitida por esses equipamentos está associada ao aumento do risco de câncer de pele, envelhecimento precoce da pele e danos aos olhos, segundo a Resolução de 2025 da Anvisa.