Em busca de novos rios, casal coleciona histórias na pesca esportiva
Primeira pescaria noturna no Aquidauana terminou com a captura de um jaú no Pantanal sul-mato-grossense
Em busca de novas experiências na pesca esportiva, os engenheiros agrônomos e produtores rurais Jover Vian e Helen Terol já percorreram rios de diferentes regiões do Brasil e até da Argentina. Ao longo de sete anos pescando juntos, o casal de Maracaju coleciona histórias. No Sábado passado (27), o destino foi o Rio Aquidauana, no Pantanal, onde viveram a primeira pescaria noturna no local.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Casal de engenheiros agrônomos de Maracaju capturou um jaú de 20 a 25 quilos durante pescaria noturna no Rio Aquidauana, no Pantanal. Jover Vian e Helen Terol, que pescam juntos há sete anos, já percorreram rios do Brasil e da Argentina. A aventura coincidiu com o Dia do Pescador, celebrado na segunda-feira. A pesca noturna foi conduzida pelo guia Fábio Lopes, especialista na modalidade.
Segundo Jover, a motivação do casal é o contato de perto com a natureza, as belas paisagens e a oportunidade de sair da rotina. Por isso, já viveram experiências no Rio Paraná, na Argentina, e nos rios Paraguai, Miranda, Apa, Brilhante, Estrela e Santa Maria, em Mato Grosso do Sul; Araguaia e Teles Pires, no Mato Grosso; Amazonas, Juma e Roosevelt, no Amazonas, e Paraná, na Argentina.
No frio, com a água gelada, lua clara e o silêncio característico do Pantanal, a expectativa era de uma pescaria mais difícil. Ainda assim, pouco tempo após o início da atividade, o casal fisgou um jaú estimado entre 20 e 25 quilos, tornando a experiência ainda mais marcante.
Confira a galeria de imagens:
A aventura ganha um significado especial nesta segunda-feira (29), quando o Brasil celebra o Dia do Pescador. A data homenageia São Pedro, padroeiro dos pescadores, e ocorre um dia antes do aniversário de Jover.
A captura do jaú aconteceu por volta das 19h30. Embora o peixe não tenha sido pesado nem medido, o guia estimou que o exemplar tinha entre 20 e 25 quilos.
Segundo Jover, a pesca durante a noite apresenta desafios diferentes daqueles enfrentados durante o dia. "Normalmente pescamos de dia, em cerca de 90% das vezes. O frio atrapalha, assim como a água gelada, mas, em compensação, há menos embarcações no rio e o ambiente fica mais tranquilo", relata.
A tranquilidade, porém, exige cuidados. "A pesca noturna é mais perigosa. O guia precisa ser experiente e a embarcação deve estar preparada para esse tipo de pescaria", acrescenta.
Quem conduziu a pescaria foi o guia Fábio Lopes de Paula, proprietário da empresa especializada em pesca noturna Corujão da Madrugada. Foi ele quem auxiliou o casal na retirada do jaú da água. Segundo Fábio, espécies conhecidas como peixes de couro, entre elas o jaú, o pintado e a jiripoca, costumam apresentar maior atividade durante a noite, especialmente quando o rio está cheio e a água mais turva. Já em períodos de estiagem, quando o nível do rio baixa e a água fica mais limpa, a pesca durante o dia tende a oferecer melhores resultados.
Apesar de o jaú ter sido o destaque da pescaria em Aquidauana, ele está longe de ser o maior peixe capturado pelo casal. Em outra expedição, Jover e Helen fisgaram uma pirarara de aproximadamente 50 quilos.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.





