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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Março de 2019

22/12/2018 12:10

“Abrir o corredor é tornar produção mais competitiva”, diz Reinaldo

Acordo sobre obra foi assinado em solenidade no fim de sexta-feira pelos presidentes do Brasil e Paraguai

Mayara Bueno
Presidentes do Paraguai, Márcio Abdo, e do Brasil, Michel Temer, assinam convênio sobre obra. (Foto: Silvio Andrade/Governo do Estado).Presidentes do Paraguai, Márcio Abdo, e do Brasil, Michel Temer, assinam convênio sobre obra. (Foto: Silvio Andrade/Governo do Estado).

O novo caminho entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai, cuja obra foi autorizada durante solenidade na sexta-feira (dia 22), torna os produtos do Estado mais competitivo. A análise é do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

De acordo com o governo estadual, a rota terrestre é a obra que faltava para a implantação do Corredor Bioceânico, projeto que permitirá o escoamento da produção do Estado em um trajeto oito mil quilômetros menor que o atual.

MS terá acesso rodoviário ao Oceano Pacífico com a construção de ponte sobre o Rio Paraguai por Porto Murtinho a Carmelo Peralta, no Paraguai. A solenidade de assinatura da obra, que será tocada pela Usina Itaipú, contou com o presidente da República, Michel Temer (MDB), e Márcio Abdo, do Paraguai, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

 

Rose Modesto (PSDB), vice-governadora, cumprimenta o presidente da República, Michel Temer. (Foto: Sílvio de Andrade/Governo do Estado).Rose Modesto (PSDB), vice-governadora, cumprimenta o presidente da República, Michel Temer. (Foto: Sílvio de Andrade/Governo do Estado).

“Abrir esse corredor é tornar os nossos produtos mais competitivos lá fora”, disse. “A nova passagem ainda fomenta o turismo e aproxima ainda mais nossas culturas”, segundo o governador.

A vice-governadora foi ao evento representando o chefe do Executivo estadual. “Com a assinatura desse tratado rompemos a última barreira para concretização da Rota Bioceânica. Essa é uma grande conquista para nosso Estado e que irá nos tornar ainda mais competitivos. Exportar nossos produtos por um caminho mais curto pode trazer melhoria a toda a cadeia produtiva”.

Além da ponte em Porto Murtinho, outra travessia será erguida no Rio Paraná, em Foz do Iguaçu, de acordo com o governo estadual. Ambas serão custeadas pelos dois países por meio da Itaipu Binacional. O custo estimado é R$ 1 bilhão e a construção deve terminar em até três anos.



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