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Política

Adonis avalia que falta de dinheiro e divergências atrapalharam campanha

Ele lembrou de tentativa de que sua candidatura fosse retirada duas semanas antes das eleições

Lucia Morel | 03/10/2022 16:25
Adonis Marcos de Souza ao lado da esposa na eleição de ontem. (Foto: Cleber Gellio)
Adonis Marcos de Souza ao lado da esposa na eleição de ontem. (Foto: Cleber Gellio)

Com 2.351 votos, o bacharel em Direito, Adonis Marcos de Souza avalia que além da polarização política nacional que afetou Mato Grosso do Sul nessas eleições, dificuldades internas impediram que sua campanha fosse mais eficaz. Falta de recursos também atrapalharam o desempenho, segundo afirmou ao Campo Grande News.

“Tivemos poucos recursos e a diretoria da federação (união do Psol com o partido Rede) teve muitas divisões internas, com candidatos que apoiaram outros ao governo ou que permaneceram neutros na campanha. Foi bem complicado pra nós internamente”, afirmou.

Além disso, ele lembrou de tentativa de que sua candidatura fosse retirada pela própria federação Psol-Rede duas semanas antes das eleições. O motivo seria financeiro, em relação ao rateio dos R$ 213 mil repassados pela direção nacional para a disputa em Mato Grosso do Sul. “Com o que recebemos, foi feito o que deu pra fazer”, reitera.

Sobre a disputa estadual de segundo turno entre Eduardo Riedel (PSDB) e Renan Contar (PRTB), Adonis informou que não foi procurado e nem procurou qualquer um dos dois até o momento e que caso tenha que se posicionar, a situação deverá ser muito bem avaliada. “Os dois candidatos bolsonaristas foram ao segundo turno e é muito complicado avaliar apoio”, sustentou.

Ele reforçou, entretanto, que sua candidatura à Prefeitura de Campo Grande está certa para 2024 e que isso já é, também, uma decisão do partido.

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