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Campo Grande, Terça-feira, 18 de Setembro de 2018

09/07/2018 19:04

Advogado Caio Vieira de Mello assumirá Ministério do Trabalho nesta terça-feira

Desembargador aposentado do Tribunal Regional do Trabalho aceitou convite de Michel Temer e tomará posse nesta terça-feira

Ana Cristina Campos, da Agência Brasil

O advogado Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello será o novo ministro do Trabalho, informou no fim da tarde desta segunda-feira (9) o Palácio do Planalto. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o presidente Michel Temer dará posse ao novo ministro nesta terça (10) no Planalto.

Formado em direito pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), o desembargador aposentado foi vice-presidente Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da Terceira Região, em 2008 e 2009.

Atualmente, Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello atua no escritório de advocacia Sergio Bermudes como consultor jurídico. “O presidente me fez o convite, e eu aceitei”, disse Mello à Agência Brasil, acrescentando que se pronunciará na posse.

No dia 5, o chefe da Casa Civil da Presidência da República, ministro Eliseu Padilha, assumiu interinamente o Ministério do Trabalho no lugar de Helton Yomura, que pediu exoneração do cargo após ser um dos alvos da terceira fase da Operação Registro Espúrio, deflagrada pela Polícia Federal.

Em nota à imprensa divulgada na noite de quinta-feira, o Palácio do Planalto informou que Temer recebeu e aceitou o pedido de exoneração do ministro do Trabalho. “O presidente agradeceu sua dedicação à frente da pasta”, diz a nota da Secretaria de Comunicação Social da Presidência.

Marun afirma que indicação de novo ministro foi escolha pessoal de Temer. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)Marun afirma que indicação de novo ministro foi escolha pessoal de Temer. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Escolha pessoal – Em entrevista na tarde desta segunda-feira, o ministro Carlos Marun (Governo) afirmou que a escolha de Mello partiu do presidente Michel Temer, não havendo patrocínio do PTB –partido que ao longo de sua gestão comandou a psta. “Foi uma escolha pessoal do presidente da República que não passou pela política. O presidente consultou homens do meio jurídico, vários amigos, e lhe foi sugerido o nome”, disse, informando que só soube da decisão quando a mesma estava praticamente tomada. “Não houve conversas políticas”.

Ainda segundo Marun, o PTB deixa como “legado” a reforma trabalhista em sua passagem pelo ministério, “mas neste momento o ministro tem liberdade para escolher a equipe e desenvolver seu trabalho”, apontando que não haverá indicações de petebistas para a pasta.

Ele afirmou que o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) havia acumulado o cargo em caráter temporário porque “não poderíamos deixar o ministério acéfalo. É uma questão regimental e legal que, com a saída de um ministro, seja indicado seu substituto”. (Com Humberto Marques)



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