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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

03/07/2014 12:40

André diz que 73 municípios receberão emendas para saúde em MS

Leonardo Rocha
André apontou que o governo federal deve aumentar repasse na área da saúde (Foto: Marcos Ermínio)André apontou que o governo federal deve aumentar repasse na área da saúde (Foto: Marcos Ermínio)

O governador André Puccinelli (PMDB) afirmou hoje (03), durante a assinatura de repasse de emendas para área da saúde, que 73 municípios do Estado receberão recursos do executivo estadual, apesar de 22 prefeituras estarem em gestão plena de saúde.

“Ao todo são R$ 19, 2 milhões (emendas) para as áreas de educação, saúde e assistência social, liberamos mais de R$ 8 milhões agora, para que não prejudique as prefeituras, depois serão liberados R$ 7 milhões para as entidades e ainda sobra para o final do ano R$ 2,7 milhões às prefeituras”, explicou Puccinelli.

Questionado sobre as seis prefeituras que ficaram de fora, no repasse da área de saúde, Puccinelli ressaltou que algumas entraram de última hora em função de documentação, e por isso não soube indicar que municípios não forma contemplados nesta área.

O líder do governo, o deputado Junior Mochi (PMDB), ressaltou que os 79 municípios serão contemplados com as emendas, seja na área da saúde, assistência social e educação e que só saberá quais receberam de uma área ou de outra na publicação final.

“Para hoje (3) estavam previstas (emendas) para 58 municípios, mas o governador disse que na saúde chegará a 73, pois devem ter entrados outros municípios de última hora”, disse ele.

Responsabilidade – André fez questão de dizer que os municípios e o Estados precisam lidar todo mês com os custos da saúde e que a solução seria um repasse maior do governo federal. “Hoje este repasse corresponde a 5,8% de sua receita, quando deveria chegar tranquilamente aos 10%”, apontou o governador.

Ele ponderou que os hospitais e unidades que trabalham com o SUS (Sistema Único de Saúde) não conseguem pagar seus custos e precisam sempre de apoio e ajuda para continuar o trabalho. “As contas não fecham, enquanto não for um compromisso do Estado (União) sempre irá faltar alguma coisa”.

André destacou que sempre tem ajudado no que for necessário, principalmente “aqueles que estão em situações mais precárias”, mas que cabe ao próximo governador e deputados “confrontarem” o governo federal sobre esta situação. “Se for problema de gestão , pode se resolver e melhorar, mas é preciso repasse financeiro maior, a estrutura não suporta”.

Apoio – O governador citou que a Secretaria Estadual de Saúde está realizando licitações para aquisição de equipamentos e aparelhos aos municípios. “Temos que investir para descentralizar a saúde no Estado, se não fica tudo centralizado na Capital, com os pacientes sendo tratados aqui”.

Apesar dos deputados terem sugerido ao governador que aumentasse o valor das emendas individuais, que hoje estão em R$ 800 mil para cada parlamentar, André foi irredutível e disse que vai permanecer este valor, restando ao próximo chefe do executivo estadual avaliar se irá aumentar ou se poderá pagar aos menos o mesmo valor.




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