Conheça os suplentes que vão às urnas com os candidatos ao Senado por MS
Chapas reúnem 2 substitutos, que podem assumir a cadeira durante o mandato de 8anos

No próximo domingo (4), o eleitor de Mato Grosso do Sul vai digitar os números para escolher um senador. Depois, fará o mesmo para escolher outro. Em cada voto, porém, a decisão envolve mais gente do que o nome que encabeça a candidatura: cada senador concorre com dois suplentes, que integram a mesma chapa e podem assumir a cadeira durante o mandato.
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Neste domingo (4), eleitores de Mato Grosso do Sul votam em dois senadores, cada um com dois suplentes na mesma chapa, sem votação separada para eles. Serão eleitos os dois mais votados, com mandato de oito anos e sem segundo turno. Segundo o especialista Yves Drosghic, o suplente só exerce prerrogativas se assumir a vaga. O estado já teve os dois suplentes no cargo, como Valter Pereira, Antônio Russo e Ruben Figueiró.
É por isso que, ao conferir o voto para o Senado na urna, o eleitor deve prestar atenção também aos nomes e às fotos dos suplentes. Não há uma votação separada para eles. Neste ano, serão eleitos os dois candidatos a senador mais votados no estado, sem segundo turno para o cargo. Cada um terá mandato de oito anos.
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O especialista em Direito Eleitoral Yves Drosghic lembra que a duração do mandato ajuda a explicar por que a escolha dos suplentes merece atenção. “Enquanto não tenha a vacância, o suplente de senador é um cidadão comum, não tem nenhuma prerrogativa, não recebe salário nem nada. Mas, quando ele assume, é total”, afirma. Em outras palavras, o suplente não exerce o cargo só por ser eleito na chapa, mas pode passar a ocupar a cadeira se for convocado.
Mato Grosso do Sul já viu as duas posições da suplência entrarem em cena. Após a morte do senador Ramez Tebet, em 2006, o primeiro suplente, Valter Pereira, assumiu o mandato. Anos depois, Marisa Serrano deixou o Senado para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado. Seu primeiro suplente, Antônio Russo, assumiu a cadeira em 2011. Quando Russo se licenciou para tratamento de saúde, em 2013, foi a vez do segundo suplente, Ruben Figueiró, tomar posse.
Para Yves, os suplentes não devem aparecer para o eleitor apenas na hora de confirmar o voto. “Obrigatoriamente tem [dois suplentes] e é obrigatório também divulgar eles no material eleitoral”, afirma. Conhecer esses nomes antes de ir às urnas permite avaliar quem poderá ocupar a cadeira ao longo dos oito anos de mandato.
Para você saber quem também está escolhendo, a lista abaixo está em ordem alfabética e mostra os dois suplentes de cada candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul. Confira:
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