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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

01/01/2013 10:02

Após crises, Bernal começa mandato com desafio de “dobrar” oposição

Turbulência com os vereadores começou bem antes do que o novo ano

Aline dos Santos
Mesmo antes de assumir, Bernal viveu dias tenso com a Câmara. (Foto: Rodrigo Pazinato)Mesmo antes de assumir, Bernal viveu dias tenso com a Câmara. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Os últimos 64 dias foram de tensão entre o prefeito eleito Alcides Bernal (PP) e a Câmara Municipal. Em 28 de outubro, o cenário de oposição para 2013 estava claro: 21 dos 29 vereadores foram eleitos na chapa do adversário Edson Giroto (PMDB). Mas a crise começou bem antes do que o novo ano.

Bernal acumulou derrotas. Os vereadores congelaram o valor do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), que vai reduzir em R$ 10 milhões a arrecadação da prefeitura em 2013; reajustaram, à revelia de Alcides Bernal, o valor do salário para prefeito, inflando a folha de pagamento em meio milhão; e reduziram o poder do chefe Executivo.

Uma emenda reduziu de 30% para 5% a abertura de créditos adicionais a serem utilizados pela administração municipal, sem que a transação precise passar pela aprovação da Câmara Municipal.

As decisões dos vereadores levaram a reclamações públicas, expondo um cenário turbulento. Bernal classificou a atitude dos parlamentares como “pequena e egoística” e disse que os vereadores partiram para o terceiro turno das eleições.

Para 2013, o prefeito eleito desencadeou nos últimos dias de dezembro uma série de reuniões, na tentativa de obter aliados e emplacar o presidente da Câmara. Dos encontros, nasceram novas polêmicas. O vereador Eduardo Romero (PTdoB) contou que foi passada uma lista, um “contrato de apoio”, em que os parlamentares se comprometiam a seguir Bernal.

O vereador Jamal Salém (PR) disse que a lista teve o intento de formar um bloco para definir o “grupo do prefeito”. Hoje, é impossível saber quem de fato se alia ao novo prefeito e quem manterá uma linha de oposição. Até mesmo os partidos estão divididos.

O processo de escolha do novo presidente da Câmara, cuja eleição acontece neste primeiro de janeiro, mobilizou os grupos, com direito a muito troca-troca. Bernal apoia a professora Rose Modesto (PSDB). O governador André Puccinelli e o ex-prefeito Nelsinho Trad, ambos do PMDB), querem Mário César (PMDB) no comando do Legislativo municipal.



POIS É O POVO QUIS ESTA TRISTE REALIDADE, ESPERO QUE NÃO SOFRAMOS MAIS CRISES AINDA, SE ACASO ACONTECER A POPULAÇÃO BEM QUE MERECE PRA DEIXAR DE SER BESTA.. GRAÇAS Á DEUS TIVEMOS UM EXCELENTE ADMINISTRADOR QUE LEVANTOU A CIDADE POR 8 ANOS. QUE FOI O NELSINHO, TRABALHADOR HONESTO . DE BOM CARÁTER.
 
ely monteiro em 01/01/2013 17:52:37
infelismente, vejo minha cidade linda indo por agua abaixo, mais o povo quis assim, agora aguentem, vou torcer para não ser uma dourados do passado. posso até estar enganado mais acho que campo grande vai atrasar 4 anos e depois mais 8 pra voltar ao normal.mesmo assim vamos pelo menos pensar positivo....
 
Jones Fernandes em 01/01/2013 16:41:27
Boa sorte ao novo prefeito, mesmo não tendo votado nele desejo boa sorte pq a cidade não pode parar por causas de picuinhas.Devemos marcar todos vereadores que aumentaram os próprios salários em mais de 60% para dar o troco daqui a 4 anos!!!
 
Fabio silva em 01/01/2013 12:45:26
Infelizmente a Cidade Morena se encontra no meio dessas desavenças, e quem perde realmente é a própria população. Porém foi a mesma que optou cegamente pelo prefeito eleito, na tentativa de retaliação à maneira de governar do governo estadual. Creio que deveria ir para o livro dos recordes tamanha burrice coletiva. Campo Grande vai penar... infelizmente, 4 anos parada (no mínimo), já que ainda corre o sério risco de futuramente repetirem a dose. Trágico e lamentável...
 
ALEX SANDRO CARVALHO em 01/01/2013 11:49:41
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