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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

29/07/2015 13:33

Após perder liderança, deputado pode deixar PDT e retornar ao PSDB

Leonardo Rocha
Beto Pereira diz que já recebeu vários convites, mas tem grandes chances de ir ao PSDB (Foto: Roberto Higa/ALMS)Beto Pereira diz que já recebeu vários convites, mas tem grandes chances de ir ao PSDB (Foto: Roberto Higa/ALMS)

Após perder a liderança do PDT na Assembleia Legislativa, o deputado Beto Pereira (PDT), já estuda deixar o partido e retornar ao PSDB, no qual fazia parte na época em que era prefeito de Terenos e presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).

O parlamentar era o líder do PDT na Casa de Leis, no entanto após reunião da direção estadual do partido, se decidiu pela troca da liderança, que agora ficará com o deputado Felipe Orro. “Pela resolução do PDT, a executiva estadual define o líder e resolvemos colocar o Orro que participa das reuniões do partido”, disse o vereador Paulo Pedra (PDT), 2° vice-presidente estadual.

Pedra explicou que com esta mudança Orro terá “voz e voto” na direção estadual e que a saída de Beto Pereira aconteceu porque ele não aceitou o resultado da eleição do diretório. “Desde a eleição em que não aceitou a vitória do Dagoberto (Nogueira), deixou de participar da vida do partido, não frequenta as reuniões”.

Já Beto Pereira afirmou que ainda não foi comunicado oficialmente, mas que esta ação se trata de uma “represália” do atual presidente estadual, por ele ter denunciado as “manobras” que ocorreram na formação do diretório regional. “As represálias começaram, existe muita dificuldade para qualquer entendimento, estudo minha saída do partido”, disse ele.

O parlamentar ponderou que já recebeu convites do PSDB, Solidariedade e do PPS, mas que tem grandes chances e conversa adiantada com os tucanos. Beto inclusive já faz parte da base aliada de Reinaldo Azambuja (PSDB), na Assembleia Legislativa.

Impasse – Os conflitos internos no PDT começaram durante a eleição estadual, quando Beto Pereira e Felipe Orro (PDT) contestaram a retirada de sete nomes do diretório por Dagoberto, com esta razão montaram uma chapa de oposição ao deputado federal, tendo o ex-presidente João Leite Schimidt como candidato.

Depois da desistência de Schimidt, os deputados não entraram em acordo com Dagoberto, que mesmo assim, em chapa única, foi eleito presidente estadual do PDT. Enquanto que eles reclamavam que o novo dirigente estava trabalhando por interesses próprios, este por sua vez dizia que os deputados chegaram a este impasse, porque querem ser candidatos a prefeito de Campo Grande.

Entramos em contato com o deputado Dagoberto Nogueira, mas ele não atendeu as nossas ligações.




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