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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

05/07/2014 11:12

Após veto do TRE, pastor da Universal retira candidatura ao Senado

Ludyney Moura
Alegando que candidatura prejudicaria correligionários, Gilmar da Cruz desiste de concorrer ao Senado. (Foto: Arquivo) Alegando que candidatura prejudicaria correligionários, Gilmar da Cruz desiste de concorrer ao Senado. (Foto: Arquivo)

A disputa para uma vaga ao Senado nas próximas eleições não terá mesmo o candidato do Partido Republicano Brasileiro (PRB), o vereador da Capital e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Gilmar da Cruz.

“Sem constrangimento, eu conversei com o presidente do partido (Antônio Vaz) e decidimos retirar a concorrência ao Senado. Se não fosse isso, iríamos até o fim e nosso resultado iria surpreender. Com este recuo ganhamos o respeito de muitos”, afirmou o vereador ao Campo Grande News.

No início da semana, o governador André Puccinelli (PMDB) tinha antecipado que o Tribunal Regional Eleitoral vetou o lançamento de dois candidato a senador por uma mesma coligação. O PMDB tinha informado o vereador da manifestação do órgão e cobrou uma solução, desistência ou fim da aliança.

Gilmar da Cruz revelou os motivos que resultaram na decisão. “Não abrimos mão da candidatura não. Depois de debater exaustivamente com o departamento jurídico do partido, chegamos à conclusão que lá na frente os outros candidatos do PRB poderiam ser prejudicados, e terem suas candidaturas impugnadas”, afirmou.

O republicano revelou também que apesar da legenda manter a aliança com o PMDB, ele ainda não foi procurado pelos candidatos peemedebista, Nelsinho Trad (ao governo do Estado) e Simone Tebet (ao Senado). “Eu gostaria de conversar com eles pessoalmente para traçar metas de trabalho”, pontuou Gilmar da Cruz.

Continuam na disputa por uma cadeira no Senado, além de Simone, os candidatos do PT, Ricardo Ayache, do PSD, Antônio João Hugo Rodrigues, do PSOL, Lucien Rezende, do PSTU, Valdemir Casimiro, e do PP, o ex-prefeito Alcides Bernal, que pode ter sua candidatura impugnada, caso a Justiça Eleitoral o considere inelegível em virtude do processo que levou à sua cassação da Prefeitura de Campo Grande.



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