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Política

Arroyo diz que ex-ministro deve ser investigado para não “manchar" o nome do PR

Por Ítalo Milhomem | 07/07/2011 13:03

O deputado estadual Antônio Carlos Arroyo (PR) afirmou que as denúncias contra o ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento e sua cúpula devem ser investigadas para que o nome do partido não seja manchado.

“Um partido não é um ministro ou ex-ministro, ou somente uma cúpula, tem outras pessoas. É como no mensalão do PT, não era todo o PT, eram algumas pessoas”, comentou Arroyo.

No entanto, ele avalia, que mesmo com a denúncia da revista da Veja, ainda não foi apresentada nenhuma prova.

“Meu único medo é que ainda não foram apresentadas nenhuma prova a respeito destas denúncias. Dizem quem vão vir a tona documentos, vídeos, mas até agora nada. Como fica a imagem pessoal do ex-ministro? Como o caso ex-diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), que a promotoria voltou atrás e o soltou, após informações que a mulher namorava um ex-presidiário e queria extorqui-lo. Como é que fica a imagem dele, o cargo que ocupava, a presidência da república que ele era candidato na França? Não recupera...”, argumentou o deputado.

Para Arroyo, mesma com as mudanças no ministério, Mato Grosso do Sul não terá obras afetadas, já que todas estão contratadas e não teriam nenhuma irregularidade.

Ele afirma que as informações internas do partido, são que a presidência assumiu o compromisso de manter algum nome do PR (Partido Republicano) no Ministério dos Transportes. No entanto, ele diz que não sabe mais informações, porque o nome está sendo discutido pela bancada federal do partido em Brasília.

O deputado petista, Paulo Duarte discorda da opinião de Arroyo e afirma que haverá impacto na mudança do ministérios nas obras do Estado.

“Não tenha dúvida que (a mudança) vai afetar as obras do Estado, porque toda cúpula caiu, vai haver um impacto nos andamentos das obras, vamos esperar para ver se não vai ser muito negativo” pontua Duarte.

Para ele, a denúncia ajudou a presidência a imprimir sua marca na gestão da presidência.

“Com essa denúncia, a Dilma acelerou a implantação de uma gestão com sua cara, mais técnica, são sinais que vem desde a ida da Gleisi para ministério”.

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