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28/05/2015 09:15

Bancada federal de MS votou a favor do fim da reeleição para o Executivo

Leonardo Rocha
Deputados aprovam fim da reeleição, os oito representantes de MS votaram a favor da medida (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)Deputados aprovam fim da reeleição, os oito representantes de MS votaram a favor da medida (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Os oito deputados federais de Mato Grosso do Sul votaram a favor do fim da reeleição para os cargos de presidente, governador e prefeito. A Câmara Federal aprovou, na noite de ontem (27), esta medida com amplo apoio, tendo 452 votos a favor e apenas 19 contra, com uma abstenção. A medida segue para segunda votação e pode ser um alteração significativa na reforma política.

A aprovação deste artigo pelo plenário trata-se do texto do relatório do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), no qual diz que não se aplicará aos governantes eleitos em 2014 e aos prefeitos em 2012. Para presidência da República não tem alteração, já que as presidente Dilma Rousseff (PT) já foi reeleita e não pode se candidatar em 2018.

O fim da reeleição era um dos pontos de concordância entre os parlamentares, que ainda podem decidir pela duração do mandato em cinco anos. Os deputados de Mato Grosso do Sul que votaram foram: Carlos Marun (PMDB), Geraldo Resende (PMDB), Tereza Cristina (PSB), Elizeu Dionísio (SD), Dagoberto Nogueira (PDT), Luis Henrique Mandetta (DEM), Zeca do PT e Vander Loubet (PT).

Financiamento – Os deputados também aprovaram o financiamento privado de campanha, para doações de pessoas físicas e jurídicas aos partidos políticos e não diretamente aos candidatos. Já este texto se trata de uma emenda do deputado Celso Russomanno (SP-PRB). Partidos como PT, PC do B, PSOL protestaram contra a medida.

Os deputados de Mato Grosso do Sul tiveram votações divergentes sobre o tema: Marun, Resende, Tereza Cristina, Mandetta e Elizeu Dionísio votaram a favor, já os deputados Dagoberto, Vander e Zeca se posicionaram contra a proposta.

As discussões sobre a reforma política continuam na Câmara dos Deputados, os parlamentares esperam definir os principais temas, para que depois a proposta seja encaminhada ao Senado, que vai avaliar novamente estas alteraçõs na legislação eleitoral.

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