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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

16/07/2010 13:26

Candidatas ao legislativo são 48,2% mais este ano em MS

Redação

O número de mulheres candidatas à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal neste ano em Mato Grosso do Sul é 48,2% maior que na eleição de 2006. As 85 postulantes aos parlamentos superam os números de 2006 (41 candidatas) e também de 2002 (48).

O crescimento não é espontâneo, e sim a mudança na redação da Lei de Cotas, que desde 1997 prevê que "cada partido ou coligação deverá reservar o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo".

A "reserva" prevista era usada apenas como espaço, sem que as legendas de fato preenchessem esta cota. A partir de 2009, o trecho da Lei que diz "deverá reservar" foi trocada para "preencherá".

Contudo, não é garantia que de aumentem as cadeiras ocupadas por mulheres no Legislativo.

Em 2002, vinte mulheres foram candidatas à Câmara Federal e 28 à Assembléia. Destas, apenas Simone Tebet (PMDB) e Celina Jallad (PMDB) foram eleitas, no cargo de deputadas estaduais.

Já em 2006, com um número menor que as últimas eleições (41), apenas uma mulher conseguiu se eleger: a dentista Dione Hashioka (PSDB), para a Assembleia. A deputada Celina Jallad assumiu como suplente, no início da legislatura.

Na primeira eleição direta do Estado, em 1982, não foi eleita nenhuma mulher. Em 1986, duas foram eleitas deputadas: Marilu Guimarães e Marilene Coimbra. Em 1990, Marilu garante vaga para a Câmara Federal.

Deputada federal desde 1995, Marisa Serrano (PSDB) se reelegeu em 1998, foi candidata ao governo do Estado em 2002 e foi eleita senadora em 2006.

Senado e Governo - Nestas eleições as mulheres se destacam nos cargos majoritários, com três vagas para vice-governador: Simone Tebet, Tatiana Azambuja Ujacow Martins (PV) e Ivone Teodoro da Silva Siqueira (PSOL).

Na suplência, ao cargo de senador, também há duas mulheres: Maria Antonieta Amorim Trad, na chapa de Waldemir Moka (PMDB) e Gilda Maria Gomes dos Santos, que compõe a chapa de Dagoberto Nogueira (PDT). Com a inclusão do nome da professora de Dourados, Zoenir Tetila, como segunda suplente do senador Delcídio do Amaral (PT), a lista aumenta.

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