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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/03/2014 18:46

Candidato ao Senado do PMDB sai de “acordo” entre André e Simone, diz Mochi

Josemil Arruda
Hoje André se emocionou ao falar de Simone Tebet e Ramez (Foto: Cleber Gellio)Hoje André se emocionou ao falar de Simone Tebet e Ramez (Foto: Cleber Gellio)

O presidente regional do PMDB, deputado estadual Oswaldo Mochi Júnior, afirmou hoje que a candidatura do governador André Puccinelli ao Senado só depende agora da vice-governadora Simone Tebet. “A definição vai sair de uma conversa dele com a Simone. Depende disso. Ele deixou isso claro”, garantiu o dirigente peemedebista.

Segundo Mochi, aumentou bastante as chances de Puccinelli aceitar a missão de renunciar ao governo do Estado e ser candidato a senador nas eleições deste ano. “Antes ele afirmava categoricamente que não seria candidato. Hoje é 50% não e 50% sim”, avaliou. “Eles vão chegar a um denominador comum”, acrescentou.

Simone nunca escondeu seu desejo de se candidatar ao Senado, mas considera que o nome de Puccinelli é mais forte para a disputa. Caso o governador decida pela sua candidatura, diante a renúncia, ele próprio já declarou que Simone vai comandar o governo do Estado até o final do mandato.

Indagado se André deu algum prazo para fazer o anúncio de sua decisão, Mochi respondeu: “Não deu nenhuma data, mas o prazo máximo é dia 5 de abril, quando termina o período de desincompatibilização”.

Na tarde desta sexta-feira, André se emocionou ao falar sobre a vaga do Senado e o "sonho" de Simone de ser senadora, como o pai, o falecido Ramez Tebet. Afirmou que Ramez foi seu padrinho político e que quer ser o mesmo para Simone.

 



Não vejo melhor coisa para MS, André senador e Simone como governadora, podendo ela disputar a reeleição, coisa que a lei lhe permite, neste caso seria necessário acomodar o Nelsinho como suplente do André no senado, pois sinceramente acho que a Simone tem mais chances de derrotar o Delcidio, e também ja esta na hora de MS ter uma mulher no comando. O que não pode acontecer é entregar o governo do estado nas mãos dos adversários, experiencia como esta já chega a da Prefeitura de Campo Grande quando o PMDB não soube escolher o candidato, o Giroto era visto como um grande administrador de obras, mas não tinha carisma politico junto aos eleitores, alem de que vice escolhido era muito ruim.
 
juvenil marques do vale em 21/03/2014 19:43:24
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