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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

15/10/2016 08:41

Coordenador de campanha no Pará, ex-assessor de Olarte quer revogar prisão

Aline dos Santos
Ronan (camisa azul) foi preso em 20 de setembro. (Foto: Marcos Ermínio)Ronan (camisa azul) foi preso em 20 de setembro. (Foto: Marcos Ermínio)

Ex-assessor do ex-prefeito Gilmar Olarte (Pros) e coordenador de campanha política no Pará, Ronan Edson Feitosa de Lima pediu ao TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) que revogue sua prisão preventiva.

A ordem para prendê-lo foi expedida em 30 de agosto de 2016 pelo desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva , relator do processo da operação Adna. O motivo foi porque a Justiça não conseguia localizar Ronan, réu por lavagem de dinheiro.

O mandado de prisão foi cumprido no dia 20 de setembro pela PM (Polícia Militar) em Tracuateua, cidade do Pará localizada a 2.822 km de Campo Grande. De acordo com a defesa, ele recebeu proposta de trabalho no Pará e deixou Mato Grosso do Sul  porque estava desempregado e sem dinheiro, inclusive, sem recurso para pagar advogado.

O pedido para revogar a prisão traz em anexo uma declaração de convivência de união estável e endereço em Tracuateua. Também foi anexado um documento e que o então candidato Carlos Augusto Ramos Nascimento Neto (PMDB), o Netão, informa que Ronan coordenou sua campanha no período eleitoral. Ele disputou cargo de vereador no município de Bragança (PA) e ficou como suplente.

Conforme a defesa, Ronan tem endereço fixo e pode, portanto, ser localizado. Segundo o processo, ele estava preso no Centro Regional de Bragança. A reportagem não conseguiu contato com a defesa nesta sexta-feira (dia 14).

A Operação Adna, realizada em 2014 pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), investigou articulações de pessoas ligadas a igreja de Olarte para um suposto esquema que teria levantado dinheiro com agiotas mediante promessa de cargos na prefeitura. O nome é alusivo à congregação fundada por ele: Assembleia de Deus Nova Aliança. Os réus são Olarte, Ronan e Luiz Márcio dos Santos Feliciano.



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