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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

19/10/2016 09:29

Crescimento pequeno do orçamento reflete cautela com a crise, diz Reinaldo

Governo entregou LOA na Assembleia Legislativa, que deverá votar proposta até o fim do ano

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
Governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB). (Foto: Marcos Ermínio).Governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB). (Foto: Marcos Ermínio).

A previsão de crescimento de 0,46% no orçamento de Mato Grosso do Sul para 2017 reflete cautela com a crise, disse o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta terça-feira (19). Esta semana a LOA (Lei Orçamentária Anual), com projeção de R$ 13,9 bilhões para o ano que vem, foi entregue na Assembleia Legislativa.

“Foi pequena a previsão de orçamento em relação a este ano, até pela cautela com o momento de crise”. Reinaldo pontuou que a economia é dinâmica, portanto, espera que em 2017 o País volte a crescer. “É importante para o governo e para toda a sociedade. É assim que também conseguiremos cumprir as obrigações e expandir a oferta para a população”.

Neste ano, o orçamento aprovado foi de R$ 13.926.525.000 bilhões. A previsão para o ano que vem representa só 0,46%.

Ainda segundo o governador, a LOA já contempla todas as previsões, inclusive as receitas que podem vir convênios, transferências obrigatórias e voluntárias do governo federal. “Se a União fizer mais transferência, o que não acredito, os estados vão agradecer”, comentou.

A respeito de investimentos para áreas prioritárias, Reinaldo comentou do setor habitacional, com os programas lote urbanizado e cheque moradia. “São recursos próprios, de fontes específicas”. Os projetos do governo estadual é também forma de equilibrar a redução de 80% dos recursos do Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal.

Em um ano e 10 meses de gestão, ele afirma que o governo entregou 10,6 mil casas, “uma média de 15 casas por dia”, e, que, ainda há expectativa de chegar a 20 mil até o fim do ano.

Na Assembleia, a proposta do orçamento será analisada pelas comissões pertinentes, como a de Constituição e Justiça e a de Orçamento. Os deputados estaduais terão prazo para apresentação de emendas e, por fim, votarão o projeto até o fim do ano.



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