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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

23/09/2013 08:35

Deputados debatem hoje desocupações em assentamentos rurais

Leonardo Rocha
Deputada quer que Incra reavalie desocupações quando o assentado produz na terra (Foto: Divulgação)Deputada quer que Incra reavalie desocupações quando o assentado produz na terra (Foto: Divulgação)

Os deputados estaduais irão debater hoje as desocupações promovidas pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em assentamentos rurais em Mato Grosso do Sul. O deputado Lídio Lopes (PP) solicitou uma audiência pública para se discutir o tema. O evento começa às 14h, no plenário da Assembleia Legislativa.

Esta audiência tem o objetivo de tentar mediar o conflito entre as autoridades competentes e os assentados que já estão há mais de sete anos no local e foram notificados sobre a desocupação. De acordo com o Incra, cerca de 1,2 mil famílias já foram informadas sobre a reintegração de posse.

Os deputados organizaram no mês passado uma comissão para ir até os assentamentos e depois produzir um relatório solicitando que o Incra “reavalie” as desocupações quando os assentados estiverem produzindo para sua sobrevivência. O superintendente da instituição, Celso Cestari, chegou a dizer que em casos de erros ou injustiças pode se voltar atrás, no entanto se o lote está irregular não há nada a se fazer.

“Quem comprou lote da reforma agrária sabia que estava cometendo um ato ilegal, e todas as desocupações passaram por uma investigação e foram determinadas pela justiça federal”, afirmou Cestari.

A comissão formada pelos deputados Mara Caseiro (PT do B), Márcio Fernandes (PT do B) e Laerte Tetila (PT) estão fazendo o levantamento de caso a caso, principalmente nos assentamentos Santo Antônio e Lua Branca, localizados no município de Itaquiraí. “Muitos trabalham para o sustento da família, nestes casos acredito que o Incra deve ter uma sensibilidade maior e reavaliar as desocupações”, destacou Caseiro.

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Vamos dizer q deve existir muitas lambanças na distribuição de terras da união, pensemos em "N" hipóteses: lideranças mau intencionada; laranjas com cara de santo; compradores, agiotas, de lotes; ineficiência na administração dos assentamentos, caso esse q recai aos orgãos público(superfaturamento, entrega de materiais de segunda, terceira categoria aos pobles assentados mais uma coisa é claro, tamos verificando em loco: tem coitados em situação irregular devido visitas inesperadas do Incra, donde o indivíduo tava na roça no fundo do lote, lotes com frente e fundo pra estradas, o individuo tá num canto o Incra passa no outro, indivíduo procurando o sustento inicial trabalhando nos arredores e foram notificado pelo Incra. A verdade é q: o mais simples não pode pagar por essas lambanças...
 
João Gilberto Corsato Engenheiro Agrônomo-Agraer-Itaquirai em 23/09/2013 15:28:56
Os politicos tem medo de bater de frente com o MST hoje porque eles não enchergam mais nada a não ser votos, o MST tá grande ou seja, é uma bela fatia de votos para os candidatos, por isso que vagabundo fica ROUBANDO terra dos outros e o governo nada faz, tinha que haver boicote nas eleições, tem muito mais gente fora e contra o MST do que dentro e a favor só que os que estão fora não se unem enquanto o pessoal do Movimento decide em quem todos eles irão votar, assim fica dificil porque é o interesse dos politicos contra o interesse da maioria da população.
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 23/09/2013 12:32:03
Isto que é "desperdício" de tempo e de dinheiro público.
Deputados que ganham enorme salário, ficam gastando tempo a toa e iludindo o povão.
Oras bolas!!!!!!. Defender em plenário verdadeiras quadrilhas formadas por integrantes do MST em concluio com assentados de "fachada" é de se duvidar de suas reais intensões.
Se o MPF juntamente com o INCRA através de levantamentos feitos, já declarou a ilegalidade da coisa, pra que ficar insistindo. Ou vocês (Deputados) não tem matéria mais importante a discutir, ou estão mal intencionados. Eu heimmmm
 
Francisco Braz em 23/09/2013 11:26:44
Isto virou um comércio comum , pois a maioria dos assentados não são os titulares dos lotes, e tampouco o objetivo de agricultura familiar, NÃO se vinga nem 20% a soma dos resultados...
 
Ado Filho em 23/09/2013 09:42:02
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