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Campo Grande, Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

24/08/2017 12:39

Deputados do PSDB defendem nome de consenso para comando do partido

Leonardo Rocha
Deputados Beto Pereira e Rinaldo Modesto, durante a sessão na Assembleia (Foto: Victor Chileno/ALMS)Deputados Beto Pereira e Rinaldo Modesto, durante a sessão na Assembleia (Foto: Victor Chileno/ALMS)

Os deputados estaduais do PSDB defendem a escolha de um nome de consenso para o comando nacional do partido, após divergências das lideranças com o presidente interino, o senador Tasso Jereissati (PSDB - CE), que entrou no lugar do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Eles alegam que o momento é de evitar um "racha", que poderia afetar as eleições de 2018.

"Em função dos conflitos, seria bom uma terceira via, temos muitos nomes de projeção nacional, que poderiam ocupar este espaço e buscar uma reconciliação no partido, até para seguirmos mais unidos para o ano que vem", disse o vice-presidente estadual do PSDB, o deputado Rinaldo Modesto.

Ele citou que a principal divergência é sobre o apoio ou não ao governo do presidente Michel Temer (PMDB). "Entendo que se estamos nos ministérios contribuindo com o País, precisamos ajudar nas reformas e projetos importantes, sendo necessário neste momento", disse Modesto.

Para o líder do bloco tucano na Assembleia, Beto Pereira (PSDB), o partido qeu foi a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), deveria ter dado sustentação ao novo governo, mas sem ter cargos no 1° escalão, no entanto como faz parte da administração, deve apoiar as reformas e projetos econômicos. "Agora tem que seguir junto".

Beto disse que esta disputa interna dentro do "ninho tucano" não pode prejudicar o partido ao longo prazo, sendo necessário um entendimento. "Existem grupos medindo forças, em função da eleição de 2018, mas o importante é não trazer sérios danos e atrapalhar a legenda".

Para Mara Caseiro (PSDB), que entrou na legenda há pouco tempo, uma disputa interna só vai trazer dificuldades. "Acredito que os dois lados precisam amadurecer e buscar um consenso, nem que seja necessário novas eleições para o comando nacional, com o grupo perdedor se unindo ao que ganhar, para que não haja um racha na legenda".




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