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Campo Grande, Quarta-feira, 23 de Agosto de 2017

18/08/2015 14:49

Diretor-presidente da Emha depõe sobre estrutura da pasta, projetos e invasões

Alan Diógenes e Michel Faustino

O diretor-presidente da Emha (Empresa Municipal de Habitação), Enéas José de Carvalho Netto, está sendo ouvido, na tarde desta terça-feira (18), pela CPI das Contas Públicas, na Câmara Municipal de Campo Grande. Antecipando as respostas que dará aos parlamentares sobre a estrutura da pasta, Enéas disse que hoje o quadro de funcionários é pequeno com 27 comissionados sendo que três ocupam cargos de chefia. Ao todo são 91 servidores.

Enéas aproveitou a oportunidade para antecipar que houve a autorização de um projeto que prevê a alteração do zoneamento urbano da cidade. Segundo ele, o fato possibilitará a aquisição de 13 mil lotes dentro do perímetro urbano para a construção de novas unidades habitacionais, por meio de permuta ou aquisição.

O diretor-presidente da Emha disse ainda que está pré-aprovada a construção de 632 unidades habitacionais pela Caixa Econômica Federal para 2016. “Com a aprovação da alteração do zoneamento urbano será possível tirá-las do papel”, informou.

De acordo com Enéas também ressaltou que existe projetos de regularização fundiária, que vai permitir que algumas pessoas regularizem sua situação obtendo escrituras, citou como exemplo, famílias do Jardim Sayonara, saída para Terenos, na Capital. “Isso irá representar um avanço na arrecadação do município pois elas começaram a contribuir pagando IPTU”, destacou.

Invasões – Enéas informou que as invasões na favela Cidade de Deus e no Jardim das Hortências são os mais preocupantes. “Haveria a transferências das famílias para uma área no Jardim Noroeste, mas a Justiça travou o processo”, mencionou.

Para isso a Emha está agindo de forma enérgica contra invasores, que poderão perder o direito de se inscrever nos programas. Segundo ele, as invasões prejudicam 50 mil inscritos na Emha.

CPI - O objetivo desta investigação é identificar quais são as razões para que a prefeitura de Campo Grande chegasse a eta crise financeira, levantando se um dos motivos é o aumento de 40,34% na folha de pessoal do executivo, ocorreu or aumentos salariais praticados pelas gestões anteriores ou devido à nomeação de comissionados por parte do atual prefeito Gilmar Olarte (PP).

Já passaram pela CPI os secretários municipais Jamal Salem (Saúde), Wilson do Prado (Administração), Cícero Ávila (Funsat), José Eduardo Amâncio da Mota (Funesp), Janete Belini D’Oliveira (Assistência Social), Elizabeth Félix (Agetran), Valdir Gomes (Semadur) e Liz Derzi (Mulher).




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