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Política

Em Brasília, Marquinhos busca recursos para conclusão de obras no Rio Anhanduí

Em reunião com a líder da bancada federal, prefeito pediu a inclusão do projeto no orçamento da União em 2022

Por Jhefferson Gamarra | 27/10/2021 15:58
Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, em reuinão com a senadora Simone Tebet (Foto: Divulgação)
Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, em reuinão com a senadora Simone Tebet (Foto: Divulgação)

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), está em Brasília, onde cumpre diversas agendas politicas. Entre os compromissos, o chefe do Executivo municipal solicitou à coordenadora da bancada federal de Mato Grosso do Sul, senadora Simone Tebet, recursos e para revitalização e controle de enchentes do Rio Anhandui.

A revitalização às margens do Rio, foi anunciada em 2012 na gestão do ex-prefeito Nelson Trad, que hoje é senador, passando pelas mãos dos sucessores Alcides Bernal e Gilmar Olarte, mas após vários problemas nas licitações nunca foram concluídas.

“Este é um momento decisivo para garantir recursos ano que vem. Contamos com o apoio da bancada para  estas emendas impositivas que têm liberação  de recursos assegurada e não ficam sujeitas a contingenciamento do orçamentário”, destacou o prefeito.

Às margens do Rio Annhaduí estão previstas obras de recomposição e estabilização das com paredes de gabião. Sem as paredes, quando chove muito na cabeceira dos córregos afluentes (Prosa e Segredo), a correnteza aumenta e a água, ao bater no barranco diretamente, derruba o aterro e provoca erosão, colocando em risco as pistas.

Os recursos serão utilizados ainda para implantação de ciclovia e recapeamento das duas pistas da Avenida Ernesto Geisel que margeia o rio. Nesta etapa, a revitalização vai avançar mais 300 metros, da Rua do Aquário até a Rua do Touro, proximidades do Ginásio Guanandizão. Ficarão faltando mais 550 metros para o projeto chegar à Avenida Manoel da Costa Lima.

Obras tiveram inicio em 2012 e até o momento não foram concluídas (Foto: Divulgação/PMCG)
Obras tiveram inicio em 2012 e até o momento não foram concluídas (Foto: Divulgação/PMCG)

No projeto está prevista a construção de uma ciclovia na margem direita da Ernesto Geisel até a ponte da Rua Abolição e na esquerda até a ponte na Rua do Aquário. O projeto contemplará ainda a urbanização e recapeamento das duas pistas da Avenida Ernesto Geisel, numa extensão de 1,6 km, da Rua Santa Adélia até a Rua do Aquário.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, será feita uma nova licitação para obras do trecho  entre as ruas Santa Adélia e do Aquário, uma vez que  os preços dos materiais de construção aumentaram muito durante a pandemia.

A obra no Rio Anhanhduí faz parte de um conjunto de ações para controle de enchentes nos bairros Marcos Roberto, Jockey Clube, Jardim Paulista e Vila Progresso. Até agora, 60% do projeto já foi executado e foram investidos R$ 26 milhões em rede de drenagem e intervenções em afluentes do rio (os córregos Cabaça e o Areias), que despejam suas águas no Anhandui.

Ainda no encontro em Brasília, Marquinho solicitou emendas à bancada federal para pavimentação de 21 quilômetros de ruas, em bairros das regiões urbanas do Anhanduizinho e Bandeira.

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