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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

09/11/2017 13:09

Impasse em Brasília não interfere em reforma de MS, avaliam deputados

Sindicalistas dizem que reforma deve ser votada em Brasília, para depois ser discutida em MS

Leonardo Rocha
Deputados Junior Mochi, Beto Pereira e Rinaldo Modesto, durante sessão (Foto: Victor Chileno/ALMS)Deputados Junior Mochi, Beto Pereira e Rinaldo Modesto, durante sessão (Foto: Victor Chileno/ALMS)

Os deputados disseram que o impasse na reforma da previdência em Brasília, não interfere na discussão e votação do projeto a nível estadual, que foi enviado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Para os parlamentares, apesar de ser o mesmo tema, existem questões pontuais diferentes.

"Não tem haver uma coisa com a outra, a questão da contribuição de 14% dos servidores, foi por meio de uma medida provisória do (Michel) Temer. Entendo que os outros assuntos são questões pontuais do Estado, independente de Brasília", disse o líder do Governo, o deputado Rinaldo Modesto (PSDB).

Beto Pereira (PSDB) também seguiu a mesma linha, dizendo que a "votação de Brasília, não interfere na situação daqui". O líder da bancada do PMDB, Eduardo Rocha, ponderou que vai ser aberto espaço para discussão do projeto, mas que é um debate de Mato Grosso do Sul, e que não se precisa "esperar" a definição em Brasília.

Para Herculano Borges (SD) o assunto precisa estar em pauta, para evitar que falte recursos no futuro, para pagar aposentadoria. "Cada estado tem suas peculiaridades, vamos votar a situação de Mato Grosso do Sul, mas com amplo debate e transparência. Os representantes do governo também ficarão à disposição para o diálogo".

Já o deputado Cabo Almi (PT), que faz parte da oposição, disse que a bancada do PT vai tentar barrar o projeto estadual ou propor mudanças. "Não ter porque votar aqui, se lá em Brasília não aprovaram nada, vamos seguir neste debate".

Manifestação - Sindicalistas foram hoje (09) na Assembleia Legislativa, pedir que o projeto seja retirado ou que espere a votação de Brasília, para só depois tramitar e ser votado na Casa de Leis. Eles alegam que são contrários a vários pontos, como aumento da contribuição de 11% a 14% (servidores), assim como unificação dos fundos da previdências.

Eles vão realizar mobilizações na Assembleia, reuniões em particular com cada um dos parlamentares, assim como organizar protestos na cidade. Para o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de MS), Giancarlo Miranda, o executivo estadual não mostrou os cálculos da Previdência, como as despesas, receitas e o rombo no setor.



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