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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

03/02/2014 13:51

Jerson espera que eleição não traga “prejuízos” aos trabalhos da Casa

Leonardo Rocha
Jerson espera que os trabalhos não sejam prejudicados neste ano de eleição (Foto: Cleber Gellio)Jerson espera que os trabalhos não sejam prejudicados neste ano de eleição (Foto: Cleber Gellio)

O presidente da Assembleia, o deputado Jerson Domingos (PMDB), espera que a campanha eleitoral deste ano não traga prejuízos aos trabalhos da Casa de Leis. Neste primeiro semestre o executivo estadual deve enviar o dobro de projetos, pois na época da eleição tem algumas ações restritas.

“Vamos trabalhar para que o ano eleitoral não possa interferir no bom andamento dos trabalhos, temos este compromisso com a população”, ressaltou ele.

O presidente espera que os deputados estejam em “sintonia” e não deixem de atender os interesses da população, após a homologação das candidaturas. “Vamos buscar este bom senso na Casa de Leis”.

Prioridades - Jerson explicou neste começo de atividades em 2014, os projetos remanescentes do ano anterior terão prioridade, para que possam ser discutidos e votados no legislativo. “Não existe nada de polêmico, apenas propostas que ficaram para este ano, por questão de pauta ou até escolha dos autores”.

Entre eles, o peemedebista destacou um projeto de sua autoria que deixou de ser votado em 2013 por falta de entendimento. Ele gerou dúvidas em relação a sua constitucionalidade. O projeto que proíbe o uso de navegações com ou sem motor nos rios do Estado não teve consenso.

“Ele será debatido com todo cuidado e todos poderão opinar sobre a proposta, deve entrar em pauta neste início de semestre”.

Alguns deputados receberam a reclamação de pescadores que esta “proibição” iria gerar prejuízos a atividade, além do fato de questionarem que este tema precisa ser legislado pelo governo federal e não no âmbito estadual.

O governador André Puccinelli (PMDB) aproveitou para elogiar a rapidez e agilidade do legislativo na análise e votação dos projetos do executivo e ainda ressaltou que espera o “comprometimento” dos parlamentares neste ano eleitoral.



É um des-serviço à nação brasileira o não alinhamento das eleições para que todos os cargos sejam eleitos de quatro em quatro anos, exceto o de senador que é de oito anos. Atrapalhará sim os trabalhos em quase todas as instâncias pública. Além dos gastos de dois em dois anos.Mas, para político isso não é nada porque não são eles que pagam as contas. Infelizmente, é o contribuinte dinheiro dos impostos, que seria para : educação, saúde, segurança, moradias, saneamento básico, moradias, estradas, investimento energético, hidrovias, ferrovias e tantas outras necessidades que tem a nação brasileira. É um des-serviço e jogando dinheiro ao vento. Mas, isso é coisa de mentalidade medíocre da classe política no Brasil que não enxergam nada mais além dos próprios umbigos.Um vício interminável.
 
João Alves de Souza em 03/02/2014 23:57:18
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