A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/03/2011 19:05

Liberação de recursos impera em falta de eficiência da União, diz Giroto

Jorge Almoas
Giroto criticou a Caixa Econômica, Secretaria de Aviação Civil e Ministério das Cidades sobre liberação de verbas para obras (Foto: Assessoria de Imprensa)Giroto criticou a Caixa Econômica, Secretaria de Aviação Civil e Ministério das Cidades sobre liberação de verbas para obras (Foto: Assessoria de Imprensa)

Para o deputado federal Edson Giroto (PR), a liberação de recursos para obras em Mato Grosso do Sul está esbarrando na burocracia e ineficiência do governo federal, criando clima de descaso com a população. A opinião foi exposta em reunião realizada ontem com deputados federais e o secretário executivo da Secretaria Relações Institucionais da Presidência da República.

Segundo Giroto, a falta de sensibilidade do governo cria um círculo vicioso. “Se a empresa contratada para executar uma obra não recebe, ela não paga os funcionários e eles, por consequência, não conseguem honrar seus compromissos”, destacou o deputado federal.

Outros exemplos citados pelo deputado são projetos emperrados na Secretaria do Desenvolvimento do Centro-Oeste há dois anos que dependem de técnicos para avaliar os projetos.

“No Ministério das Cidades, é preciso uma tal de SPA (Síntese do Projeto Aprovado). Sem isso, os projetos não andam”, destacou Giroto.

Ele disse ainda na reunião, que contou com a participação de 64 deputados federais, que a Caixa Econômica Federal é um dos principais problemas na liberação de recursos. “A Caixa é complicada, não é má vontade, ela não tem estrutura. Ela contrata engenheiros temporários, que ficam amedrontados, às vezes um processo demora dois anos para ser aprovado”.

Outra dificuldade diz respeito à Secretaria de Aviação Civil, do Ministério da Defesa, aonde, segundo Giroto, não é possível obter uma resposta há 30 dias.

De mãos atadas – Campo Grande foi citada por Giroto para ilustrar o problema de obras paradas por falta de recursos. O deputado descreveu o imbróglio envolvendo o Ministério Público Estadual e a Prefeitura de Campo Grande.

No caso, o prefeito Nelson Trad Filho foi acusado pela ABCCON-MS (Associação Brasileira da Cidadania e do Consumidor) de desviar verbas destinadas à pavimentação asfáltica do Conjunto Residencial Novo Amazonas.

“A população está responsabilizando o prefeito. Mas ele nem sequer recebeu o dinheiro do Governo Federal para executar a obra”, concluiu a promotora do MPE, Cristiane Mourão Leal Santos. Depois da apuração, o processo foi arquivado.



é isso mesmo que o dep Girotto disse. As chamadas emendas parlamentares viraram piada no orçamento geral da uniao. As vezes empenham e depois nao pagam, as vezes se coloca no orçamento, pedem um monte de projetos, fazem os municípios gastarem, e depois o recurso nao vem, por conta de contingenciamento.
E ai quando autorizam a obra, seu valor está totalmente inexequivel porque já se foram 02 anos ou mais, isso quando o Gov. Federal nao cacela os RESTOS A PAGAR, e deixa as empresas e os municípios a ver navios, pois muitas vezes as obras estao pela metade e o governo nao repassa mais nada. Enfim, os Deputados e Senadores tinham que criar o orçamento impositivo, mas nao sei pq eles nao brigam com o Governo ?
 
renato vaz em 30/03/2011 08:53:00
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions