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Política

Marquinhos anuncia que Campo Grande vai seguir todas regras da bandeira cinza

Bares e restaurantes fecham, mas as regras estão bem distantes do que seria um "lockdown"

Por Aline dos Santos | 10/06/2021 09:49
“Nós vamos seguir as recomendações do corpo técnico do Prosseguir”, diz Marquinhos. (Foto: Paulo Francis)
“Nós vamos seguir as recomendações do corpo técnico do Prosseguir”, diz Marquinhos. (Foto: Paulo Francis)

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), garante que vai seguir as determinações do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), que classificou a Capital na bandeira cinza, com medidas mais restritivas, que  terão vigência de amanhã a 24 de junho.

“Nós vamos seguir as recomendações do corpo técnico do Prosseguir”, afirma o prefeito. Divulgado nesta quinta-feira (dia 10), o novo mapa impõe para 43 cidades, incluindo Campo Grande, toque de recolher das 20h às 5h e funcionamento de apenas 51 atividades.

O comércio do Centro, por exemplo, tem de fechar as portas, assim como shoppings, bares e restaurantes.  Mas as regras para bandeira cinza estão bem distantes do que seria um "lockdown". Academias e igrejas, por exemplo, podem abrir.

A lista de atividades essenciais inclui ainda supermercados, transporte coletivo, bancos e lotéricas. Já o comércio central, por exemplo, não pode ter atendimento presencial. A bandeira de coloração cinza indica risco extremo para transmissão do coronavírus.

Decreto do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), também publicado nesta quinta-feira, tornou o Prosseguir obrigatório para todas as prefeituras.

Conforme o documento, os municípios que não adotarem as recomendações deverão apresentar as justificativas técnicas para o descumprimento perante a Secretaria Estadual de Saúde.

No fim de maio, Dourados, segunda maior cidade do Estado, entrou na bandeira cinza e o prefeito Alan Guedes (PP) tomou medidas ainda mais restritivas: lockdown e “lei seca” por 14 dias, vigente até sábado.

Para evitar que lojas de departamento e conveniências burlassem a lei sob a justificativa de vender alimentos, decreto determinou que só poderiam funcionar empresas que comercializem alimentos em geral, que representem mais de 60% de seus itens de venda, e comercialize pelo menos sete dos seguintes gêneros alimentícios: carnes, leite, feijão, arroz, farinhas, legumes, pães, café e chá, frutas, açúcar, óleo, banha ou manteiga.

Risco extremo – A bandeira cinza é válida para Água Clara, Alcinópolis, Amambai, Anastácio, Antônio João, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Camapuã, Campo Grande, Chapadão do Sul, Coronel Sapucaia, Corumbá, Costa Rica, Deodápolis, Dourados, Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jardim, Juti, Maracaju, Miranda, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã, Porto Murtinho, Rio Brilhante, São Gabriel do Oeste, Selvíria, Sete Quedas, Sidrolândia, Terenos e Três Lagoas.

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