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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018

10/10/2018 16:05

MDB anuncia nesta tarde apoio a Odilon no segundo turno em MS

Comunicado será feito às 17h e foi antecipado em virtude do feriado, candidato do PDT é aguardado em coletiva

Humberto Marques
Mochi ficou em terceiro lugar na disputa pelo governo, com 11,61% dos votos. (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)Mochi ficou em terceiro lugar na disputa pelo governo, com 11,61% dos votos. (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

O Diretório Regional do MDB anuncia logo mais, às 17h, o caminho que deverá seguir no segundo turno das eleições para o governo de Mato Grosso do Sul. A reunião, antes prevista para quinta-feira (11), foi antecipada para esta quarta (10), e deve contar com a presença do candidato a governador Odilon de Oliveira (PDT).

O anúncio foi marcado para esta tarde em virtude do feriadão que começa neste 11 de outubro, devendo reunir também lideranças do partido. A decisão em torno de Odilon foi tomada após discussões iniciadas na segunda-feira (8), dia seguinte ao da proclamação do resultado do primeiro turno nas eleições –no qual o candidato a governador Reinaldo Azambuja (PSDB) atingiu 44,61% dos votos, ante 31,62% de Odilon.

Correntes emedebistas avaliavam a possibilidade de apoio a ambos os candidatos. Nesta manhã, os deputados estaduais Renato Câmara e Márcio Fernandes, ambos do MDB, franquearam a Mochi o direito de apontar um rumo para o partido, já que foi a principal liderança envolvida na disputa –o candidato substituiu como candidato ao Executivo estadual o ex-governador André Puccinelli, preso desde julho em meio às investigações da operação Papiros de Lama (que apura o uso de uma empresa supostamente pertencente ao seu filho, André Puccinelli Júnior, para o recebimento de propinas).

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa teve 11,61% dos votos, ficando em terceiro lugar –à frente de Humberto Amaducci (PT), com 10,26%; Marcelo Bluma (PV), com 1,28%; e João Alfredo (Psol), que teve 0,28% dos votos.

Os deputados emedebistas frisaram, ainda, que houve divisões no partido já indicando apoio a Odilon, caso por exemplo do deputado estadual Paulo Siufi, que admitiu a posição política.



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